ESTRELA
[...] as estrelas são inumeráveis sóis, prováveis centros de outros tantos sistemas planetários [...].
Referência: 
A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 5a ed. francesa. 48a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005..
Cada estrela, como sabeis, é centro de um sistema que abrange, não só os planetas em revolução ao derredor dessa estrela, como também as partículas de matéria que aquele sistema difunde. [...]
Referência: 
Vale. A vida além do véu: as regiões inferiores do céu. Trad. de Carlos Imbassahy. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1990..
Acredita-se [...] que as estrelas se formem de nuvens de gás e poeira. Quando a nuvem se divide em fragmentos, estes começam a se contrair sob forças gravitacionais, aquecem-se e irradiam calor. Quando a temperatura aumenta suficientemente para iniciar reações atômicas, a estrela move-se para a seqüência principal e se estabelece num estado estável em alguma parte dela, dependendo de sua natureza e temperatura. Fica nessa posição durante a maior parte da sua vida, gerando energia pela conversão do hidrogênio em hélio (como o Sol faz), mas, quando esgota seu combustível, o hidrogênio sai da seqüência principal e expande-se para uma gigante vermelha. Depois, não se sabe bem o que acontece, mas acredita-se que a estrela usa rapidamente vários combustíveis e gera toda espécie de elementos pesados, até se tornar altamente instável e eventualmente explodir, como nova ou supernova
Referência: 
Universo e vida. Pelo Espírito Áureo. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005..
[...] [As estrelas] são as moradas de nosso Pai, os estádios, os marcos soberbos das estradas do Infinito [...].
Referência: 
Páginas de Léon Denis. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1991..
As estrelas são estações divinas que nos esperam.
Referência: 
Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004..
Ver também MORADA |  MORADA |