Amar ao próximo |
[...] Qual o sentimento no qual se deve confundir todos os pensamentos? É um sentimento todo moral, todo espiritual, todo humanitário: o da caridade para com todos ou, em outras palavras, o amor do próximo, que compreende os vivos e os mortos, pois sabemos que os mortos sempre fazem parte da Humanidade. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Amar ao próximo é, pois, abjurar todo sentimento de ódio, de animosidade, de rancor, de inveja, de ciúme, de vingança, numa palavra, todo desejo e todo pensamento de prejudicar; é perdoar aos inimigos e retribuir o mal com o bem; é ser indulgente para as imperfeições de seus semelhantes e não procurar o argueiro no olho do vizinho, quando não se vê a trave no seu; é esconder ou desculpar as faltas alheias, em vez de se comprazer em as pôr em relevo, por espírito de maledicência; é ainda não se fazer valer à custa dos outros, não pro A curar esmagar ninguém sob o peso de sua superioridade; não desprezar ninguém pelo orgulho. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] amar ao próximo, ainda quando ele se nos apresente vestido com a túnica da inimizade, é a maior e a mais venturosa de todas as honrarias. |
Referência: Correio entre dois mundos. Diversos Espíritos. Rio de Janeiro: FEB, 1990.. |
[...] amar ao semelhante é o caminho do supremo bem, que nos conduz a amar a Deus. |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
Amar ao próximo é servir, é praticar a caridade essencial, é doar-se, cumprindo os deveres de fraternidade e de solidariedade. [...] |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
|