ESPIRITISMO |
[...] Ora, como é o Espírito de Verdade que preside ao grande movimento da regeneração, a promessa da sua vinda se acha por essa forma cumprida, porque de fato, é ele o verdadeiro Consolador. |
Referência: A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 5a ed. francesa. 48a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] É fruto do ensino coletivo dos Espíritos, ensino a que preside o Espírito de Verdade. Nada suprime do Evangelho: antes o completa e elucida. Com o auxílio das novas leis que revela, conjugadas essas leis às que a Ciência já descobrira, faz se compreenda o que era ininteligível e se admita a possibilidade daquilo que a incredulidade considerava inadmissível. Teve precursores e profetas, que lhe pressentiram a vinda. Pela sua força moralizadora, ele prepara o reinado do bem na Terra. |
Referência: A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 5a ed. francesa. 48a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Podemos distinguir, na propagação do Espiritismo, quatro fases ou períodos distintos: 1º |
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O da curiosidade, no qual os Espíritos batedores hão desempenhado o papel principal para chamar a atenção e preparar os caminhos. 2º |
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O da observação, no qual entramos, e que podemos chamar também de período filosófico. O Espiritismo é aprofundado e se depura, tendendo à unidade de Doutrina e constituindo-se em Ciência. Virão em seguida: 3º |
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O período de admissão, no qual o Espiritismo ocupará uma posição oficial entre as crenças oficialmente reconhecidas. 4º |
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O período da influência sobre a ordem social. A Humanidade, então sob a influência dessas idéias, entrará num novo caminho moral. Desde hoje essa influência é individual; mais tarde agirá sobre as massas, para a felicidade geral. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo, como qualquer outra ciência, não se aprende por osmose e em algumas horas. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] Espiritismo verdadeiro, isto é, [aquele] compreendido em todas as suas conseqüências morais. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] A finalidade do Espiritismo é tornar melhores os que o compreendem. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo é uma das maiores idéias, porque toca na questão vital – a da felicidade do homem – e não se brinca impunemente com semelhante problema. Ele é forte porque tem suas raízes nas próprias Leis da Natureza e responde aos inimigos fazendo, desde o início, a volta ao mundo. Alguns anos mais e seus detratores, impotentes para o combater pelo raciocínio, encontrar-se-ão de tal modo ultrapassados pela opinião dominante, de tal forma isolados, que se verão forçados a calar ou abrir os olhos à luz. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo é uma ciência e, como qualquer outra ciência, não se aprende brincando. Ainda mais, tomar as almas dos que se foram como assunto para distração seria faltar ao respeito que merecem; especular sobre sua presença e sua intervenção seria impiedade e profanação. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo se distingue de todas as outras filosofias pelo fato de não ser o produto da concepção de um só homem, mas de um ensino que cada um pode receber em todos os pontos do globo, e tal é a consagração que recebeu O Livro dos Espíritos. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o fim essencial do Espiritismo é a destruição das idéias materialistas e o melhoramento moral do homem; que ele não se ocupa de modo algum de discutir os dogmas particulares de cada culto, deixando sua apreciação à consciência de cada um; que desconhecer tal fim seria dele fazer instrumento de controvérsia religiosa, cujo efeito seria perpetuar um antagonismo que ele tende a fazer desaparecer, chamando todos os homens para a bandeira da caridade, levando-os a não verem em seus semelhantes senão irmãos, sejam quais forem suas crenças. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O primeiro período do Espiritismo, caracterizado pelas mesas girantes, foi o da curiosidade. O segundo foi o período filosófico, marcado pelo aparecimento de O Livro dos Espíritos. A partir deste momento o Espiritismo tomou um caráter completamente diverso. Entreviram-lhe o objetivo e o alcance e nele hauriram fé e consolação, sendo tal a rapidez de seu progresso que nenhuma outra doutrina filosófica ou religiosa oferece exemplo semelhante. Mas, como todas as idéias novas, teve adversários tanto mais obstinados quanto maior era a idéia, porque nenhuma idéia grande pode estabelecer-se sem ferir interesses. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
A luta determinará uma nova fase do Espiritismo e levará ao quarto período, que será o período religioso; depois virá o quinto, período intermediário, conseqüência natural do precedente, e que mais tarde receberá sua denominação característica. O sexto e último período será o da regeneração social, que abrirá a era do século vinte. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo é o resultado do ensino dos Espíritos, de tal sorte que, sem as comunicações dos Espíritos, não haveria Espiritismo. Se a Doutrina Espírita fosse uma simples teoria filosófica nascida de um cérebro humano, não teria senão o valor de uma opinião pessoal; saída da universalidade do ensino dos Espíritos, tem o valor de uma obra coletiva, e é por isto mesmo que em tão pouco tempo ela se propagou por toda Terra, cada um recebendo por si mesmo, ou por suas relações íntimas, instruções idênticas e a prova da realidade das manifestações. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo contribui para a reforma da Humanidade pela caridade. Não é, E E Epois, de admirar que os Espíritos preguem a caridade sem cessar; eles a pregarão ainda por muito tempo, enquanto ela não houver extirpado o egoísmo e o orgulho do coração dos homens. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Não se deve perder de vista que o Espiritismo não está submetido a um indivíduo, nem a alguns indivíduos, nem a um círculo, nem mesmo a uma cidade, mas que seus representantes estão no mundo inteiro e que entre eles há uma opinião dominante profundamente acreditada; julgar-se forte contra todos, porque se tem o apoio de seu grupo, é expor-se a grandes decepções. Há duas partes no Espiritismo: a dos fatos materiais e a de suas conseqüências morais. A primeira é necessária como prova da existência dos Espíritos, de modo que foi por ela que os Espíritos começaram; a segunda, dela decorrente, é a única que pode levar à transformação da Humanidade pelo melhoramento individual. O melhoramento é, pois, o objetivo essencial do Espiritismo. É para ele que deve tender todo o espírita sério. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo só deve marchar com segurança, e quando põe o pé num lugar deve estar seguro de pisar terreno firme. Nem sempre a vitória é do mais apressado, mas com muito mais probabilidade daquele que sabe esperar o momento propício. Há resultados que não podem ser senão obras do tempo e da infiltração da idéia no espírito das massas. Saiba mos, pois, esperar que a árvore esteja formada, antes de lhe pedir uma colheita abundante. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo não forma, nem deve formar classe distinta, já que se dirige a todos; por seu princípio mesmo deve estender sua caridade indistintamente, sem inquirir da crença, porque todos os homens são irmãos [...]. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo não tem o privilégio de transformar subitamente a Humanidade, e se nos podemos admirar de alguma coisa, é do número de reformas que ele já operou em tão pouco tempo; enquanto nuns, onde ele encontra o terreno preparado, entra, por assim dizer, de uma vez, noutros só penetra gota a gota, conforme a resistência que encontra no caráter e nos hábitos. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo dá aos homens tudo o que é preciso para a sua felicidade aqui na Terra, porque lhes ensina a se contentarem com o que tem. [...]. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos vangloriamos por isto, porque é a Doutrina que funda os vínculos da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases mais sólidas: as próprias Leis da Natureza. [...] na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; porque desperta exclusivamente uma idéia de forma, que o Espiritismo não tem. Se o Espiritismo se dissesse uma religião, o público não veria aí mais do que uma nova edição, uma variante, se quiser, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com seu cortejo de hierarquias, de cerimônias e de privilégios; não o separaria das idéias de misticismo e dos abusos contra os quais tantas vezes a opinião se levantou. Não tendo o Espiritismo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não podia nem devia enfeitar-se com um título sobre cujo valor inevitavelmente se teria equivocado. Eis por que simplesmente se diz: Doutrina filosófica e moral. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo não é uma concepção pessoal, nem o resultado de um sistema preconcebido. É a resultante de milhares de observações feitas sobre todos os pontos do globo e que convergiam para um centro que os coligiu e coordenou. Todos os seus princípios constitutivos, sem exceção de nenhum, são deduzidos da experiência. Esta precedeu sempre a teoria. |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é ciência nova que vem revelar aos homens, por meio de provas irrecusáveis, a existência e a natureza do mundo espiritual e as suas relações com o mundo corpóreo. [...] O Espiritismo é a chave com o auxílio da qual tudo se explica de modo fácil. [...] O Espiritismo é a terceira revelação da Lei de Deus, mas não tem a personificá-la nenhuma individualidade, porque é fruto do ensino dado, não por um homem, sim pelos Espíritos, que são as vozes do Céu, em todos os pontos da Terra, com o concurso de uma multidão inumerável de intermediários. [...] Ele é, pois, obra do Cristo, que preside conforme igualmente o anunciou, à regeneração que se opera e prepara o reino de Deus na Terra. |
Referência: O Evangelho segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 3a ed. francesa rev., corrig. e modif. pelo autor em 1866. 124a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] o Espiritismo é a alavanca de que Deus se utiliza para fazer que a Humanidade avance. |
Referência: O Evangelho segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 3a ed. francesa rev., corrig. e modif. pelo autor em 1866. 124a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo se apresenta sob três aspectos diferentes: o das manifestações, o dos princípios e da filosofia que delas decorrem e o da aplicação desses princípios. [...] |
Referência: O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita. Trad. de Guillon Ribeiro. 86a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo, que entende com as mais graves questões de filosofia, com todos os ramos da ordem social, que abrange tanto o homem físico quanto o homem moral, é, em si mesmo, uma ciência, uma filosofia [...]. |
Referência: O Livro dos médiuns ou Guia dos médiuns e dos evocadores. Trad. de Guillon Ribeiro da 49a ed. francesa. 76a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Espiritismo – Doutrina fundada sobre a crença na existência dos Espíritos e suas manifestações. |
Referência: O Livro dos médiuns ou Guia dos médiuns e dos evocadores. Trad. de Guillon Ribeiro da 49a ed. francesa. 76a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os espíritos; como filosofia, compreende todas as conseqüências morais que dimanam dessas mesmas relações. [...] ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas E E Erelações com o mundo corporal. |
Referência: O que é o Espiritismo: noções elementares do mundo invisível, pelas manifestações dos Espíritos. 52a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo prende-se a todos os ramos da Filosofia, da Metafísica, da Psicologia e da Moral; é um campo imenso que não pode ser percorrido em algumas horas. |
Referência: O que é o Espiritismo: noções elementares do mundo invisível, pelas manifestações dos Espíritos. 52a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo é uma ciência de observação, e não uma arte de adivinhar e especular. [...] |
Referência: O que é o Espiritismo: noções elementares do mundo invisível, pelas manifestações dos Espíritos. 52a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é a prova patente da existência da alma, da sua individualidade depois da morte, da sua imortalidade, da sua sorte futura; é, pois, a destruição do materialismo, não pelo raciocínio, mas por fatos. [...] |
Referência: O que é o Espiritismo: noções elementares do mundo invisível, pelas manifestações dos Espíritos. 52a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo tem por fim demonstrar e estudar a manifestação dos Espíritos, suas faculdades, sua situação feliz ou infeliz, seu futuro; em suma, o conhecimento do mundo espiritual. |
Referência: O que é o Espiritismo: noções elementares do mundo invisível, pelas manifestações dos Espíritos. 52a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é, sem contradita, o mais poderoso elemento de moralização, porque mina pela base o egoísmo e o orgulho, facultando um ponto de apoio à moral. [...] |
Referência: Obras póstumas. Traduzida da 1a ed. francesa por Guillon Ribeiro. 37a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é uma doutrina filosófica de efeitos religiosos, como qualquer filosofia espiritualista, pelo que forçosamente vai ter às bases fundadamentais de todas as religiões: Deus, a alma e a vida futura. Mas, não é uma religião constituída, visto que não tem culto, nem rito, nem templos e que, entre seus adeptos, nenhum tomou, nem recebeu o título de sacerdote ou de sumo-sacerdote. [...] |
Referência: Obras póstumas. Traduzida da 1a ed. francesa por Guillon Ribeiro. 37a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é a senda que conduz à renovação, porque destrói os dois maiores obstáculos que se opõem a essa renovação: a incredulidade e o fanatismo; porque faculta uma fé sólida e esclarecida; desenvolve todos os sentimentos e todas as idéias que correspondem aos modos de ver da nova geração, pelo que, no coração dos representantes desta, ele se achará inato e em estado de intuição. [...] |
Referência: Obras póstumas. Traduzida da 1a ed. francesa por Guillon Ribeiro. 37a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Por sua mesma essência, o Espiritismo participa de todos os ramos dos conhecimentos físicos, metafísicos e morais. São inúmeras as questões que ele envolve, as quais, no entanto, podem resumir-se nos pontos [...] que, considerados verdades inconcussas, formam o programa das crenças espíritas. |
Referência: Obras póstumas. Traduzida da 1a ed. francesa por Guillon Ribeiro. 37a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] Espiritismo é a garantia da paz e da concórdia entre os homens [...]. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo não é apenas uma questão de fatos mais ou menos interessantes ou autênticos, para divertir os curiosos; é, acima de tudo, uma questão de princípios; é forte sobretudo por suas conseqüências morais; ele se faz aceito não porque fira os olhos, mas porque toca o coração. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo tem por divisa: Fora da caridade não há salvação, o que significa dizer: Fora da caridade não há verdadeiros espíritas. Concito-vos a inscrever, doravante, esta dupla máxima em vossa bandeira, porque ela resume ao mesmo tempo a finalidade do Espiritismo e o dever que ele impõe. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo apresenta um fenômeno inédito na história das filosofias: é a rapidez de sua marcha. Nenhuma outra doutrina oferece exemplo semelhante. Quando se considera o progresso que tem feito de ano para ano, pode-se, sem muita presunção, prever a época em que ele será a crença universal. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo é uma idéia, e quando uma idéia caminha, transpõe todas as barreiras; não se pode detê-la na fronteira como um fardo de mercadoria. Queimam-se livros, mas não se queimam idéias, e suas próprias cinzas, levadas pelo vento, vão fecundar a terra onde elas devem frutificar. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo só se dirige àqueles para os quais o alimento intelectual, que lhes é dado, já não é suficiente, e seu número é bastante grande para que ele se ocupe com os outros. [...] O Espiritismo não procura ninguém; não se impõe a ninguém. Limita-se a dizer: Eis me aqui, eis o que sou, eis o que trago; os que julgam precisar de mim, que se aproximem; os outros, que permaneçam em suas casas; não lhes vou perturbar a consciência, nem injuriá-los. Apenas lhes peço reciprocidade. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo apóia-se sobre fatos. Esses fatos, de acordo com o raciocínio e uma lógica rigorosa, dão à Doutrina Espírita o caráter de positivismo que convém à nossa época. O materialismo veio minar toda crença, subverter toda a base, toda razão de ser da moral e solapar os próprios fundamentos da sociedade, proclamando o reino do egoísmo. Então os homens sérios se perguntaram para onde um tal estado de coisas nos conduziria; viram um abismo, e eis que o Espiritismo veio preenchê-lo, dizendo ao materialismo: Não irás mais longe, pois aqui estão fatos que provam a falsidade de teus raciocínios. O materialismo ameaçava fazer a sociedade mergulhar em trevas, dizendo aos homens: O presente é tudo, porquanto o futuro não existe. O Espiritismo vem restabelecer a verdade, afirmando: O presente nada é, o futuro é tudo, e o prova. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Se o Espiritismo é uma verdade, se deve regenerar o mundo, é porque tem por base a caridade. Ele não vem derrubar os cultos nem estabelecer um novo; proclama e prova verdades comuns a todos, base de todas as religiões, sem se preocupar com detalhes. Não vem E E Edestruir senão uma coisa: o materialismo, que é a negação de toda a religião; não vem pôr abaixo senão um templo: o do egoísmo e do orgulho; mas vem dar uma sanção prática a estas palavras do Cristo, que são toda a sua lei: “amai a vosso próximo como a vós mesmos”. [...] Por sua poderosa revelação, o Espiritismo vem, pois, apressar a reforma social [...]. O Espiritismo não se limita a provar o mundo invisível. Pelos exemplos que desdobra aos nossos olhos, ele no-lo mostra em sua realidade e não tal como a imaginação o havia feito conceber; ele no-lo revela povoado de seres felizes ou infelizes, mas prova que só a caridade, a soberana lei do Cristo, pode assegurar a felicidade. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Assim, pela forças das coisas, o Espiritismo terá por conseqüência inevitável a melhoria moral; esta melhoria conduzirá à prática da caridade, e da caridade nascerá o sentimento de fraternidade. Quando os homens estiverem imbuídos dessas idéias, a elas conformarão suas instituições, e será assim que realizarão, naturalmente e sem abalos, todas as reformas desejáveis. É a base sobre a qual assentarão o edifício do futuro. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O ponto capital do Espiritismo é o lado moral; é aí que devemos envidar todos os nossos esforços para fazê-los compreendido [...]. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo não é uma teoria abstrata, que só se dirige aos sábios; fala ao coração e, para compreender a linguagem do coração, não há necessidade de diploma [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo, que podemos chamar, sem presunção, como a idéia capital do século dezenove; mais tarde verão se nos enganamos, a começar pelo inocente fenômeno das mesas girantes, tal como uma criança, com a qual brincaram seus mais rudes adversários; e de tanto brincarem, penetrou por toda a parte. Mas a criança logo cresceu, hoje é adulta e ocupou o seu lugar no mundo filosófico. Já não brincam com ela; discutem-na e combatem-na. Se fosse uma mentira, uma utopia, não teria saído de suas fraldas. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
É preciso que se saiba que o Espiritismo sério patrocina com satisfação e zelo toda obra feita em boas condições, venha de onde vier; mas, por outro lado, repudia todas as publicações excêntricas. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] jamais se disse que o Espiritismo fosse uma ciência fácil. Ele tem os seus escolhos, que só podem ser evitados pela experiência. Para não cair na cilada é necessário, primeiro, guardar-se contra o entusiasmo que cega, do orgulho que leva certos médiuns a se julgarem os únicos intérpretes da verdade. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo torna, pois, [o homem] soberanamente feliz; com ele, não mais isolamento, nem desespero; ele já poupou muitas faltas, impediu vários crimes, levou a paz a inúmeras famílias, corrigiu muitas imperfeições. [...] o Espiritismo torna feliz e é isto que lhe dá um poder irresistível e assegura o seu triunfo futuro. Os homens querem a felicidade; como o Espiritismo a oferece, eles se lançarão em seus braços. [...] Duas outras forças parecem ter receado o seu aparecimento: a autoridade civil e a autoridade religiosa. Por quê? Porque não o conhecem. Hoje a Igreja começa a ver que nele encontrará uma arma poderosa para combater a incredulidade, a solução lógica de vários dogmas embaraçosos e, finalmente, que ele já conduz aos seus deveres de cristãos um bom número de ovelhas desgarradas. Por seu lado, o poder civil começa a ter provas de sua benéfica influência sobre a moralidade das classes laboriosas, às quais essa Doutrina, pela convicção, inculca idéias de ordem de respeito à propriedade, fazendo compreender o nada das utopias. Testemunha metamorfoses morais quase miraculosas e em breve entreverá, na difusão dessas idéias, um alimento mais útil ao pensamento do que as alegrias dos cabarés ou o tumulto da praça pública e, conseqüentemente, uma salvaguarda para a sociedade. Assim, povo, Igreja e poder, um dia vendo nele um dique contra a brutalidade das paixões, uma garantia da ordem e da tranqüilidade, um retorno às idéias religiosas que se extinguem, ninguém terá interesse em obstaculizar a sua marcha. Ao contrário, cada um buscará no Espiritismo um apoio. Aliás, quem poderia deter o curso dessa torrente de idéias, que já movimenta suas águas benfazejas nas cinco partes do mundo? |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo é a chave da verdadeira felicidade e aí está o segredo de seu poder irresistível. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo, restituindo ao Espírito o seu verdadeiro papel na Criação, constatando a superioridade da inteligência sobre a matéria, faz com que desapareçam, naturalmente, todas as distinções estabelecidas entre os homens, conforme as vantagens corporais e mundanas, sobre as quais só o orgulho fundou as castas e os estúpidos preconceitos de cor. Ampliando o círculo da família pela pluralidade das existências, o Espiritismo estabelece entre os homens uma fraternidade mais racional que aquela que não tem por base senão os frágeis laços da matéria, porquanto esses laços são perecíveis, ao passo que os do Espírito são eternos. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo [...] nada vem destruir, porque assenta suas bases no próprio Cristianismo; sobre o Evangelho, do qual não é mais que a aplicação. [...] É uma Doutrina puramente moral, que absolutamente não se ocupa dos dogmas E E Ee deixa a cada um inteira liberdade de suas crenças, pois não impõe nenhuma. [...] O Espiritismo repousa sobre a possibilidade de comunicação com o mundo invisível, isto é, com as almas. [...] Não é uma seita política, como não se trata de uma seita religiosa; é a constatação de um fato que não pertence mais a um partido do que a eletricidade e as estradas de ferro; é, insisto, uma doutrina moral, e a moral está em todas as religiões, em todos os partidos. [...] é a moral do Evangelho desenvolvida e aplicada [...]. [...] Tem impedido inumeráveis suicídios; restaurou a paz e a concórdia num grande número de famílias; tornou mansos e pacientes homens violentos e coléricos; deu resignação aos que não a tinham e consolações aos aflitos; reconduziu a Deus os que não o conheciam, destruindo-lhes as idéias materialistas, verdadeira chaga social que aniquila a responsabilidade moral do homem. [...] O Espiritismo, portanto, longe de ser o antagonista da religião, é o seu auxiliar; e a prova é que conduz às idéias religiosas os que as haviam repelido. Em resumo, jamais o Espiritismo aconselhou a mudança de religião, nem o sacrifício de suas crenças; não pertence particularmente a nenhuma religião, ou, melhor dizendo, está em todas elas. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
A força do Espiritismo tem duas causas preponderantes: a primeira é tornar felizes os que o conhecem, o compreendem e o praticam. Ora, como há pessoas infelizes, ele recruta um exército inumerável entre os que sofrem. Querem lhe tirar esse elemento de propagação? Que tornem os homens de tal modo felizes, moral e materialmente, que nada mais tenham a desejar, nem neste, nem no outro mundo. Não pedimos mais, desde que o objetivo seja atingido. A segunda é que o Espiritismo não se assenta na cabeça de nenhum homem, sujeitando-se, assim, a ser derrubado; não tem um foco único, que possa ser extinto; seu foco está em toda parte, porque em toda parte há médiuns que podem comunicar-se com os Espíritos; não há família que não os possua em seu seio e que não realizem estas palavras do Cristo: Vossos filhos e filhas profetizarão, e terão visões; porque, enfim, o Espiritismo é uma idéia e não há barreiras impenetráveis à idéia, nem bastante altas que estas não possam transpor. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] não é senão o desenvolvimento e a aplicação da idéia cristã [...] o Espiritismo penetra em toda parte, a despeito de tudo e contra tudo; como o pólen fecundante das flores, é levado pelos ventos e finca raízes nos quatro cantos do mundo, porque em todo lugar encontra uma terra fecunda de sofrimentos, sobre a qual derrama o bálsamo consolador. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo é estranho a toda questão dogmática. Aos materialistas prova a existência da alma; aos que só crêem no nada, prova a vida eterna; aos que julgam que Deus não se ocupa das ações dos homens, prova as penas e recompensas futuras; destruindo o materialismo, destrói a maior chaga da sociedade. Eis o seu objetivo. Quanto às crenças especiais, delas não se ocupa, deixando a cada um inteira liberdade [...]. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O mais belo lado do Espiritismo é o lado moral. É por suas conseqüências morais que triunfará, pois aí está a sua força, por aí é invulnerável. Ele inscreve em sua bandeira: Amor e caridade; e diante desse paládio, mais poderoso que o de Minerva, porque vem do Cristo, a própria incredulidade se inclina. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo é uma ciência imensa, cuja experiência não pode ser adquirida senão com o tempo, como, aliás, em todas as coisas. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] Está provado que o Espiritismo é mais entravado pelos que o compreendem mal do que pelos que não o compreendem absolutamente, e, mesmo, pelos inimigos declarados. E é de notar que os que o compreendem mal geralmente têm a pretensão de o compreen der melhor que os outros; e não é raro ver neófitos que, ao cabo de alguns meses, pretendem dar lições àqueles que adquiriram experiência em estudos sérios. Tal pretensão, que denuncia o orgulho, é uma prova evidente da ignorância dos verdadeiros princípios da Doutrina. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo não é uma concepção individual, um produto da imaginação; não é uma teoria, um sistema inventado para a necessidade de uma causa; tem sua fonte nos fatos da própria Natureza, em fatos positivos, que se produzem a cada instante sob os nossos olhos, mas cuja origem não se suspeitava. É, pois, resultado da observação; numa palavra, uma ciência: a ciência das relações entre o mundo visível e o mundo invisível; ciência ainda imperfeita, mas que se completa todos os dias por novos estudos e que, tende certeza, ocupará o seu lugar ao lado das ciências positivas. Digo positivas, porque toda ciência que repousa sobre fatos é uma ciência positiva, e não puramente especulativa. O Espiritismo nada inventou, porque não se inventa o que está na Natureza. [...] O Espiritismo, por sua vez, vem mostrar uma nova lei, uma nova força da Natureza: a que reside na ação do Espírito sobre a matéria, lei tão universal quanto a da gravitação e da eletricidade, conquanto ainda desconhecida e negada por certas pessoas, como o foE E Eram todas as outras leis na época de suas descobertas. [...] [...] o Espiritismo procurou a explicação dos fenômenos de uma certa ordem e que, em todos os tempos, se produziram de maneira espontânea. Mas, sobretudo, o que o favoreceu nessas pesquisas é que lhe foi dado, até certo ponto, o poder de produzi-los e de provocá-los. Encontrou nos médiuns instrumentos adequados a tal efeito, como o físico encontrou na pilha e na máquina elétrica os meios de reproduzir os efeitos do raio. [...] [...] em suas pesquisas, ele não procedeu por via de hipóteses, como o acusam; não supôs a existência do mundo espiritual para explicar os fenômenos que tinha sob as vistas; procedeu por meio da análise e da observação; dos fatos remontou à causa e o elemento espiritual se lhe apresentou como força ativa; só o proclamou depois de havê-lo constatado. O Espiritismo, repito, ao demonstrar, não por hipótese, mas por fatos, a existência do mundo invisível e o futuro que nos aguarda, muda completamente o curso das idéias; dá ao homem a força moral, a coragem e a resignação, porque não mais trabalha apenas pelo presente, mas pelo futuro; sabe que se não gozar hoje, gozará amanhã. Demonstrando a ação do elemento espiritual sobre o mundo material, amplia o domínio da Ciência e, por isto mesmo, abre nova via ao progresso material. Então terá o homem uma base sólida para o estabelecimento da ordem moral na Terra; compreenderá melhor a solidariedade que existe entre os seres deste mundo, já que esta solidariedade se perpetua indefinidamente; a fraternidade deixa de ser palavra vã; ela mata o egoísmo, em vez de por ele ser morta e, muito naturalmente, o homem imbuído destas idéias a elas conformará suas leis e suas instituições sociais. O Espiritismo conduz inevitavelmente a esta reforma. Assim, pela força das coisas, realizar-se-á a revolução moral que deve transformar a Humanidade e mudar a face do mundo, e isto tão-só pelo conhecimento de uma nova lei da Natureza, que dá outro curso às idéias, uma finalidade a esta vida, um objetivo às aspirações do futuro, fazendo encarar as coisas de outro ponto de vista. |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Não há dúvida de que o Espiritismo [...] representa uma verdadeira e grandiosa revolução nos campos filosófico, científico e religioso. Justamente por estar embasado em fundamentos que extrapolam os controles da Ciência, a Doutrina tem sido criticada pelos que abominam a convivência harmônica entre a razão e a fé. Mas temos inúmeros motivos para crer que a visão espírita de mundo é o iluminado estatuto da Humanidade futura, herdeira da regeneração, regimento esse que nos é apresentado hoje para que saibamos construir desde já as estradas que nos levarão até um amanhã mais seguro. |
Referência: Vozes do Espírito. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo surge em nossas vidas como o sol invade as trevas da madrugada, dissipando a escuridão em nome de um novo dia. O consolo das informações corretas acerca do ontem tem o poder de colocar-nos em sintonia com a dignidade de viver, fazendo de nosso presente uma porta aberta para a construção de um amanhã feliz. |
Referência: Vozes do Espírito. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] regulador eficaz dos costumes e poderoso incentivo a todos os bons sentimentos. |
Referência: Roma e o Evangelho: estudos filosófico-religiosos e teórico-práticos. 9a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] É o Evangelho revelado pelos Espíritos que recebem a palavra de Deus, e explicado conforme as necessidades morais dos tempos e das gerações [...]. |
Referência: Roma e o Evangelho: estudos filosófico-religiosos e teórico-práticos. 9a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é a verdade religiosa, é o renascimento do Evangelho, é a ressurreição do verdadeiro Cristianismo, é, em suma, o amor à criatura e a adoração a Deus, princípio e fim da missão do homem na Terra. |
Referência: Roma e o Evangelho: estudos filosófico-religiosos e teórico-práticos. 9a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] Não nos esqueçamos de que muitos movimentos que fizeram escola já passaram, e o Espiritismo não passou. O Espiritismo não é fenômeno de um ciclo histórico, não é reflexo de uma conjuntura social, como não é criação de uma vontade humana; é a expressão da própria realidade do ser humano em sua verdadeira dimensão. Daí o fato de Allan Kardec afirmar que o Espiritismo participa da revelação divina e da revelação científica, ao mesmo tempo. [...] |
Referência: Análises espíritas. Compilação de Celso Martins. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é uma doutrina raciona-lista e avessa a qualquer fórmula restritiva da liberdade de consciência. [...] |
Referência: Crônicas de um e de outro: de Kennedy ao homem artificial. Prefácio de Abelardo Idalgo Magalhães. Rio de Janeiro: FEB, 1975.. |
[...] mais completa Doutrina de consolo até hoje aparecida. Com carradas de razão é considerada a Terceira Revelação, porque colocou em termos absolutamente novos e mais lógicos todos os conceitos espiritualistas que o homem já conhecia, capazes, até então, de sustentá-lo nas horas de maior aflição e desencanto, mas apenas complementados pela conotação que lhes trouxe a palavra dos Espíritos. [...] |
Referência: Crônicas de um e de outro: de Kennedy ao homem artificial. Prefácio de Abelardo Idalgo Magalhães. Rio de Janeiro: FEB, 1975.. |
O Espiritismo, bem dosado e com aplicação judiciosa e equilibrada, é poderosa forma de psicoterapia holística, possuindo valiosos recursos nos tratamentos por meio dos passes mento-magnéticos, da prece, da leitura edificante e da ressocialização, praticada em milhares de Centros Espíritas ou em Clínicas Psiquiátricas de natureza espírita. |
Referência: Psiquiatria e mediunismo. 2a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1995.. |
[...] é a ciência, a filosofia e a religião destinadas a unir todos os homens pelos laços do amor fraterno e a fazer germinar e florescer, nos corações humanos, o verdadeiro sentimento do bem e as virtudes, em cuja falta reside a causa de todos os sofrimentos da Humanidade. [...] Essa religião da razão e da ciência tem o nome de Espiritismo. |
Referência: As sessões práticas do Espiritismo. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.. |
E E EO Espiritismo abre novas vias à Humanidade. É sistema que fornece prova objetiva da sobrevivência do ser. Perpetuidade da vida, solidariedade eterna das gerações, justiça, igualdade, ascensão e progresso para todos, tais são os princípios dessa fé e estes princípios apóiam-se no granito do método experimental. |
Referência: Espiritismo básico. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.. |
Religião científico-filosófica, confirmando os ensinamentos básicos de todas as religiões, não pretende demolir as que a precederam, antes reconhece a necessidade da existência delas para grande parte da Humanidade, cuja evolução se processará lenta e inevitavelmente. Doutrina religiosa sem dogmas propriamente ditos, sem liturgia, sem símbolos, sem sacerdócio organizado, ao contrário de quase todas as demais religiões [...]. |
Referência: Espiritismo básico. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.. |
Quanto à origem, sabemos que o Espiritismo (termo criado por Allan Kardec) designa uma Doutrina, recebida de vários Espíritos Superiores e codificada pelo mestre lionês, na França, no século passado. Essa Doutrina se caracteriza por ser um conjunto de princípios, de ordem científica, filosófica e moral, que objetiva o progresso espiritual do homem, com a implantação da fraternidade em todas as criaturas da Terra. |
Referência: Espiritismo básico. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.. |
[...] doutrina sólida, coerente em todos os sentidos e que responde a todas as inquirições acerca da origem e do destino do ser humano [...]. |
Referência: Espiritismo básico. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.. |
O Espiritismo é a doutrina da consciência livre, sem regras de proibição ou condenação. Por outro lado, oferece-nos o Código Universal de Sabedoria e Amor, ajudando-nos a discernir o certo do errado, o bem do mal, o benéfico do que é prejudicial, cabendo, então, a cada um de nós a responsabilidade pelos atos praticados. A Doutrina Espírita nos ensina a buscar na Lei Natural a regra e o guia seguro para a nossa boa conduta. [...] |
Referência: Sexo e evolução. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é, portanto, a religião natural e científica, da fé raciocinada, sem misticismos e segredos iniciáticos, uma forma integral e consciente de conduta humana diante do Criador [...]. A Doutrina é progressiva e é dinâmica: Espiritismo é conhecimento, é estudo, é orientação, contidos nos princípios expostos em O Livro dos Espíritos; ao mesmo tempo, é comprovação, é prática construtiva, é aplicação, para a vida diária das mensagens sublimes que nos chegam dos Irmãos maiores da Espiritualidade, obtidas por processos científicos, de experimentação e observação, nas sessões mediúnicas, aos quais devemos orientar segundo os preceitos de O Livro dos Médiuns. [...] O Espiritismo é uma doutrina espiritualista, de características próprias, e, como toda doutrina, tem princípios básicos, claramente definidos, pelos quais se norteia e nos quais apóia as verdades que proclama. [...] O Espiritismo, não cessamos de repetir, é ciência de observação e investigação constantes. [...] |
Referência: Brasil, mais além! 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999.. |
[...] é claridade no indivíduo, a expandir-se deste para que as sombras da ignorância e do sofrimento sejam expulsas da Terra. Fazer algo pelo bem na extinção do mal é obrigação de todos, no apostolado comum. |
Referência: Brasil, mais além! 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999.. |
O Espiritismo é a luz que se eleva e anuncia / A nova humanidade ao sol da nova era, / No Evangelho do Amor, que salva e regenera / Para a renovação da perpétua alegria. |
Referência: Brasil, mais além! 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999.. |
[...] é um sistema filosófico bem definido: O homem, seu passado, sua razão de ser, seu futuro, tais são os principais assuntos de que trata a filosofia espírita. |
Referência: A granja do silêncio: documentos póstumos de um doutor em Medicina relativos a um caso de reencarnação. 13a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
O Espiritismo, por isso mesmo, é bandeira de luz, desdobrando-se-nos dentro da existência e esclarecendo-nos a alma. |
Referência: O espinho da insatisfação. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1996.. |
[...] é a raiz desta grande árvore, cuja seiva deve circular em todos os seus galhos, que são todas as ciências. É por ele, somente, que se hão-de fazer descobertas sérias, e isto porque ele não fica estacionário, antes caminha sempre em busca de novos prodígios, rasgando a todos novos horizontes. [...] |
Referência: Entre dois mundos. Trad. de M. Quintão. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999.. |
[...] sua missão é grande quão fácil – descobrir os infortúnios e aliviá-los; aos deserdados da fortuna concita a suportar corajosamente as suas provações, a reagir sem tréguas à degradação moral que a falta de energia suscita, amiúde, às almas fracas; enfim, o Espiritismo fala a cada um conforme as necessidades da sua alma; consola todas as dores, extingue todos os ódios e procura unir todos os homens, como todos os espíritos, num mesmo esto de fraternidade, tendo por fim supremo o aperfeiçoamento da Humanidade. |
Referência: Memórias da loucura. Trad. de M. Quintão. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1994.. |
[...] O Espiritismo codificado por Allan Kardec é cristão, é a Revelação iniciada em Moisés, confirmada por Jesus e continuada hoje pelos Espíritos, em numerosas obras. [...] |
Referência: Elos doutrinários. 3a ed. rev. Rio de Janeiro: FEB, 1978.. |
[...] Doutrina essencialmente construtiva e não demolidora e, por isso mesmo, é uma grande e poderosa força reformadora pelo método positivo. [...] |
Referência: Elos doutrinários. 3a ed. rev. Rio de Janeiro: FEB, 1978.. |
[...] Paracleto anunciado pelo Cristo [...]. |
Referência: As leis morais: segundo a filosofia espírita. 12a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] verdadeira luz a iluminar o rumo do progresso humano – espiritual, moral e social [...]. |
Referência: O martírio dos suicidas: seus sofrimentos inenarráveis. 17a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
Constitui-se o Espiritismo de um conjunto de doutrinas filosóficas, reveladas pelos Espíritos, isto é, por inteligências que viveram na terra. Seu estudo pode dividir-se em duas partes distintas, a saber: E E E1ª – análise dos fatos concernentes ao estabelecimento de comunicações entre os vivos e os impropriamente chamados mortos; 2ª – exame das teorias elaboradas por esses ditos mortos. |
Referência: A evolução anímica: estudo sobre psicologia fisiológica segundo o Espiritismo. Trad. de Manuel Quintão da 2a ed. francesa. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] podemos considerar o Espiritismo um benefício social. Ele pode ir ao encontro de milhares de criaturas, pobres vítimas enclausuradas nos manicômios, e que, de simples obsidiados que são, acabam realmente loucos, quando atirados a tais ambientes. |
Referência: A evolução anímica: estudo sobre psicologia fisiológica segundo o Espiritismo. Trad. de Manuel Quintão da 2a ed. francesa. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é uma ciência progressiva, baseia-se na revelação dos Espíritos e na análise minuciosa dos fatos. Não tem dogmas nem doutrina cuja discussão seja interdita; além da comunicação entre os vivos e os mortos e do princípio da reencarnação, que estão absolutamente demonstrados, admitimos todas as teorias racionais que se referem à origem e ao futuro da alma. [...] |
Referência: O fenômeno espírita: testemunho dos sábios. Traduzido da 5a ed. francesa por Francisco Raymundo Ewerton Quadros. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O moderno espiritualismo é uma crença baseada em fatos, em realidades palpáveis, uma crença que se desenvolve, progride com a Humanidade e pode unir todos os seres, elevando-os a uma concepção sempre mais alta de Deus, do destino e do dever. [...] |
Referência: Cristianismo e Espiritismo: provas experimentais da sobrevivência. Trad. de Leopoldo Cirne. 14a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é uma nova forma da revelação eterna. |
Referência: Cristianismo e Espiritismo: provas experimentais da sobrevivência. Trad. de Leopoldo Cirne. 14a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é, pois, simultaneamente, uma filosofia moral e uma ciência positiva. Ao mesmo tempo, pode satisfazer ao coração e à razão. [...] |
Referência: Depois da morte: exposição da Doutrina dos Espíritos. Trad. de João Lourenço de Souza. 25a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] poderosa síntese das leis físicas e morais do Universo e, simultaneamente, um meio de regeneração e de adiantamento [...]. |
Referência: Depois da morte: exposição da Doutrina dos Espíritos. Trad. de João Lourenço de Souza. 25a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] novo espiritualismo ou espiritualismo moderno, que não é uma religião no sentido acanhado da palavra, que é antes uma ciência, uma síntese, um coroamento de todas as labutas e conquistas do pensamento, uma revelação que arrebata a Humanidade para fora das trilhas e das vias que até aqui percorrera e a torna partícipe da vida dos largos espaços da vida universal, infinita. O moderno Espiritualismo é o estudo do homem, não em sua forma corpórea e fugidia, mas em seu espírito, em sua realidade imperecível, é o de sua evolução através das idéias e dos mundos. É o estudo dos fenômenos do pensamento transcendental e da consciência profunda, a solução das questões de responsabilidade, de liberdade, de justiça, do dever, dos problemas da vida e da morte, do Aquém e do Além. É a aplicação destes problemas ao progresso moral, ao bem de todos, à harmonia social. |
Referência: Joana d’Arc médium. Trad. de Guillon Ribeiro. 22a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
[...] veículo por que descem sobre a Humanidade as inspirações do mundo superior. A esse título é mais que uma ciência, é o ensino que o Céu transmite à Terra, reconstituição engrandecida e vulgarizada das tradições secretas do passado [...]. |
Referência: No invisível: Espiritismo e mediunidade. Trad. de Leopoldo Cirne. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo, criteriosamente praticado, não é só uma fonte de ensinamentos, é o também um meio de preparação moral. As exortações, os conselhos dos Espíritos, suas descrições da vida de além-túmulo vêm a influir em nossos pensamentos e atos e operam lenta modificação em nosso caráter e em nosso modo de viver. |
Referência: No invisível: Espiritismo e mediunidade. Trad. de Leopoldo Cirne. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O novo Espiritualismo, apoiado na Ciência, é o portador dessa concepção, dessa revelação em que se fundem e revivem, sob formas mais simples e elevadas, as grandes concepções do passado, os ensinos dos messias enviados pelo Céu à Terra. [...] |
Referência: No invisível: Espiritismo e mediunidade. Trad. de Leopoldo Cirne. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo é a última revelação, a difusão espiritual anunciada por Joel (II, 28, 29), “quando o Espírito se derramará como uma aurora sobre o mundo, e os velhos serão instruídos por sonhos e os mancebos terão visões”. |
Referência: No invisível: Espiritismo e mediunidade. Trad. de Leopoldo Cirne. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] um dos mais consideráveis acontecimentos dos tempos modernos, uma das mais notáveis formas da evolução do pensamento, o gérmen de uma das maiores revoluções morais de quantas o mundo haja conhecido. |
Referência: O Além e a sobrevivência do ser. Trad. de Guillon Ribeiro. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1987.. |
[...] É uma filosofia viva, patente a todos os espíritos livres, e que progride por evolução. Não faz imposições de ordem alguma; propõe, e o que propõe apóia-se em fatos de experiência e provas morais; não exclui nenhuma das outras crenças, mas se eleva acima delas e abraça-as numa fórmula mais vasta, numa expressão mais elevada e extensa da verdade. |
Referência: O problema do ser, do destino e da dor: os testemunhos, os fatos, as leis. 28a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo forma um conjunto de idéias e ensinamentos compatíveis com todas as religiões. Seus princípios fundamentais são a continuidade da personalidade humana e o poder de comunicações depois da morte, fatos básicos que têm uma importância primordial no Bramanismo, Maometismo, Parsismo e Cristianismo. Além disso, o Espiritismo se avantaja a essas religiões porque se dirige a todo o mundo. Só existe uma escola com a qual é absolutamente irreconciliável: a escola do materialismo, que tem esgotado o mundo e é causa radical de todos os nossos infortúnios. [...] |
Referência: A nova revelação. Trad. da 6a ed. inglesa por Guillon Ribeiro; traços biográficos do autor por Indalício Mendes. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo, que revive as lições de Jesus, é a melhor herança a ser deixada aos filhos [...]. |
Referência: Rio de Janeiro: FEB, 1987.. |
[...] Consolador prometido, que veio, no devido tempo, recordar e complementar o que Jesus ensinou, “restabelecendo todas as coisas no seu verdadeiro sentido”, trazendo, assim, à Humanidade as bases reais de sua espiritualização [...]. |
Referência: Conselho Federativo Nacional. Orientação ao Centro Espírita. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] é a revivescência do Evangelho. [...] |
Referência: Departamento de Infância e Juventude. Currículo para as Escolas de Evangelização Espírita Infanto-juvenil. 2a ed. Rio de Janeiro, 1998.. |
E E EO Espiritismo é doutrina do futuro que age no presente como impulso, levando-nos em direção aos planos superiores. [...] |
Referência: Departamento de Infância e Juventude. Currículo para as Escolas de Evangelização Espírita Infanto-juvenil. 2a ed. Rio de Janeiro, 1998.. |
[...] o Espiritismo hoje proporciona a compreensão perfeita de uma gnose destituída de qualquer rito iniciático, decorrente do conhecimento e da reflexão, a fim de ser alcançada a metanóia, ocorrendo, por conseqüência, a identificação entre o Cristo interno e o Ser Espiritual. |
Referência: Impermanência e imortalidade. Pelo Espírito Carlos Torres Pastorino. 4a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo, pois, conforme delineado na Codificação pelo eminente Allan Kardec, apresenta-se com todas as características exigíveis para eliminar a incerteza em torno da realidade do ser espiritual que todos somos, da sua preexistência ao berço e da sua sobrevivência ao túmulo, acenando com excelentes possibilidades para alcançar a plenitude ainda na jornada terrestre, prolongando-se pela sucessão dos tempos na Imortalidade. |
Referência: Impermanência e imortalidade. Pelo Espírito Carlos Torres Pastorino. 4a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] Sendo o Espiritismo revelação divina para o reencontro do homem com a verdade (noutras palavras: para o religamento da criatura com o seu Criador), todos os seus ensinos se assentam na Lei Natural, aquela que dimana do Pai. |
Referência: Sublime expiação. Pelo Espírito Victor Hugo. 10a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1998.. |
Sendo o Espiritismo a Doutrina do homem integral, seus livros básicos são, conseqüentemente, verdadeiros tratados de Pedagogia Integral, de Higiene Mental, de Psicoterapia, valiosos para todas as circunstâncias da vida. [...] |
Referência: Tramas do destino. Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. 12a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é uma conquista recente que a Humanidade logrou, mas que ainda não tem sabido valorizar e compreender plenamente. Doutrina antiga, presente nas mais variadas culturas do passado, avança com o progresso dos povos, hoje revelada na sua beleza e profundidade mais expressivas sem que, no entanto, se constitua a “última palavra”, já que evolverá com a cultura e o conhecimento, na direção do infinito. Kardec é o homem do futuro e o Espiritismo é a lição imperecível que os tempos irão auxiliando os indivíduos a assimilar, penetrando-se da sua sabedoria, que um dia conduzirá os destinos da Terra. [...] |
Referência: Ciência e Espiritismo: da sabedoria antiga à época contemporânea. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] Religião do amor e da esperança, pábulo eucarístico pelo qual o homem pode comungar com a imortalidade, é o lenitivo para a saudade do desconforto ante a ausência dos seres amados que o túmulo arrebatou, mas não lhes conseguiu silenciar a voz; esperança dos padecentes que sofrem as ácidas angústias de hoje, compreendendo serem elas o resultado da própria insânia do passado, porém, com os olhos fitos na esplendorosa visão do amanhã, que lhes está nas mãos apressar e construir; praia de paz, na qual repousam em dinâmica feliz os nautas aflitos e cansados do trânsito difícil no mar das lutas carnais; santuário de refazimento através da prece edificante; escola de almas, que aprendem no estudo das suas informações preciosas e das suas lições insuperáveis a técnica de viver para fruírem a bênção de morrer nobremente; hospital de refazimento para os trânsfugas do dever, que nele encontram o bálsamo para a chaga física, mental ou moral; todavia, recebem a diretriz para amar e perdoar, a fim de serem perdoados e amados pelos que feriram e infelicitaram; “colo de mãe” generosa é o amparo da orfandade, preparando-a para o porvir luminoso, já que ninguém é órfão do amor do nosso Pai; abrigo da velhice, portal que logo abrirá de par em par a aduana da Imortalidade; oficina de reeducação onde a miséria desta ou daquela natureza encontra a experiência do trabalho modelador de caracteres a serviço das fortunas do amor; traço de união entre a criatura e o Criador, religando-os e reaproximando-os, até que a plenitude da paz possa cantar em cada criatura, à semelhança do que o Apóstolo das Gentes afirmava: “Já não sou eu o que vivo, mas é o Cristo que vive em mim”. (Gál. 2:20) |
Referência: Almas crucificadas. Pelo Espírito Victor Hugo. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é a Doutrina de Jesus, em espírito e verdade, sem fórmulas nem ritos, sem aparências nem representantes, sem ministros. É a religião do amor e da verdade, na qual cada um é responsável pelos próprios atos, respondendo por eles, conforme o conhecimento que tenha da Imortalidade, dos deveres. É a religião da Filosofia, a Filosofia da Ciên cia e a Ciência da Religião, conforme predicou Vianna de Carvalho em nossa Casa, com justas razões. [...] |
Referência: Almas crucificadas. Pelo Espírito Victor Hugo. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é a Revelação espontânea dos espíritos desencarnados, cujos ensinamentos Allan Kardec codificou, por determinação dos guias superiores da Terra. Seu objetivo é esclarecer e sustentar as criaturas, para que compreendam melhor as leis divinas da evolução e vençam os transes ásperos, as horas difíceis, os momentos amaríssimos a que todos estamos sujeitos, em razão de nossas imperfeições. É o Cristianismo Renascido, que realiza a promessa de Jesus de que voltaria ao convívio dos homens sofredores. É o próprio Consolador, incorpóreo, a expressar-se através das Vozes do Céu, anunciando a nova era do amor, da esperança e da paz. [...] |
Referência: Dor suprema. Pelo Espírito Victor Hugo. 15a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
Ciência experimental e de observação, utiliza-se o Espiritismo de metodologia especial para penetrar no mecanismo dos fenômenos mediúnicos e da reencarnação, fenômenos naturais e universais, desse modo equacionando um sem-número de questões que aturdem e envolvem incontáveis criaturas. Filosofia otimista, que resulta do estudo do fato em si, estrutura-se em postulados nobres, ensejando larga cópia de conhecimentos, que podem ser aplicados no comportamento do homem, alterando para melhor a sua existência, ao mesmo tempo que o prepara para os cometimentos futuros, todos de sabor eterno. E E EFundamentado moralmente na ética sublime do Cristo, é a religião do amor e da caridade, que se converte em superior conduta pessoal, reaproximando a criatura do Seu Criador, nesse inexorável fatalismo para o qual ruma, que é a felicidade. |
Referência: Redenção: novela mediúnica. Pelo Espírito Victor Hugo. 14a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] Ciência da alma ou do espírito, com a missão precípua de regenerar o pensamento humano de molde a reconduzi-lo a uma maior compreensão de Deus, do homem, da sociedade e da vida, estudando e apurando os fenômenos desta, no homem e fora do homem [...]. |
Referência: Análise das coisas: ensaio sobre a ciência futura e sua influência certa sobre religiões, filosofias, ciências e artes. Trad. de T. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Afirmamos, nós espiritistas, ser o Espiritismo o Cristianismo redivivo; sua continuação histórica e divina. Realmente; e tanto mais quanto considerado na obra, não do Cristo histórico, mas do Cristo Cósmico, do que resulta iniludivelmente, então ser o Espiritismo a revivescência também de muitos dos melhores princípios das velhas religiões do Oriente e das que no Ocidente lhe receberam os mais puros influxos. [...] |
Referência: Análise das coisas: ensaio sobre a ciência futura e sua influência certa sobre religiões, filosofias, ciências e artes. Trad. de T. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo é uma nova descida do Cristo ao planeta cujo governo, desde o início da sua formação, lhe está entregue [...]. |
Referência: Centelhas de sabedoria. Por diversos autores espirituais. Rio de Janeiro: FEB, 1976.. |
[...] ciência firmada no esteio das provas, tendo por escopo a perfeição individual, a prática do bem, o sublime amor do próximo e o amor de Deus. [...] |
Referência: O Espiritismo à luz dos fatos: respostas às objeções formuladas à parte científica do Espiritismo. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é a reprodução da palavra divina, através do tempo e do espaço, com os esclarecimentos e as luzes que a nossa época requer. |
Referência: Religião: refutação às razões dos que combatem a parte religiosa em Espiritismo. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1981.. |
[...] é indubitavelmente a Ciência Máter, a Religião Suprema, condensadora de todos os credos do passado. |
Referência: Vida de Jesus: baseada no Espiritismo: estudo psicológico. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.. |
[...] O Espiritismo, longe de ser uma doutrina conformista, é uma doutrina de luta. O espírita luta incessantemente, dia e noite, para superar o mundo e superar-se a si mesmo. [...] |
Referência: Estudos de filosofia social espírita. Rio de Janeiro: FEB, 1992.. |
[...] é uma das maiores bênçãos que um homem pode receber numa encarnação, e a sua vivência é um verdadeiro evoluir. |
Referência: O passe: seu estudo, suas técnicas, sua prática. 15a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
Devemos considerar o Espiritismo pelo que ele efetivamente é: uma religião construtiva, de realização no presente e de confiança no futuro. Não estando escravizado a dogmas irracionais, pode o Espiritismo permanecer fiel aos princípios da evolução, seguindo os passos da Ciência, sem jamais perder o contato com a Filosofia, justamente porque é, simultaneamente, Religião, Ciência e Filosofia. Em se tratando de Doutrina liberal, dinâmica, positiva e absolutamente clara, não se amesquinha em ridículo sectarismo. Olha para as outras religiões como um irmão para outros irmãos, embora tenha que precatar-se contra a ação nociva daquelas que, alarmadas com o seu progresso e em desespero de causa, busquem coartar-lhe os passos, valendo-se para esse fim de inverdades e de recursos outros contrários aos princípios evangélicos. |
Referência: Rumos Doutrinários. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo é doutrina de luz, de esperança, de bem-estar, de força de vontade e de vigor. Conclama e ensina os homens ao cultivo da mais ampla fraternidade, une-os, estimula-os a praticar o bem, congrega-os para a abençoada tarefa de operar a divina metamorfose do mal em bem. É doutrina de construção e reconstrução moral, de edificação e retificação do caráter humano, sem dogmas estreitos nem preconceitos estagnantes, homicidas ou desfraternos. Educa para a vida elevada, instrui o homem para que possa ter cada vez maior e mais elevada afinidade com a Natureza, para que compreenda e interprete, no sentido conveniente, a razão das disparidades encontradas na vida humana. Aumenta o grau de compreensão e tolerância esclarecida que todos devemos exercer. Torna cada criatura humana compatível com a finalidade do viver terreno, que é, sem dúvida, uma preparação para a vida espiritual. |
Referência: Rumos Doutrinários. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo tem por fim educar o homem para uma vida melhor, dando-lhe a instrução de que carece para compreender perfeitamente as relações existentes entre o mundo físico e o mundo espiritual, assim como a corre lação permanente da vida terrena com a vida no plano invisível. Assim como somos influenciados pelo mundo espiritual, também podemos influenciá-lo. Está em nós tornar essa influência um bem ou um mal. Nossas ações agem como o “bumerangue” dos silvícolas australianos, com a diferença única de que, mesmo que o alvo seja atingido, recebemos, de retorno, o bem ou o mal que a ele houvermos dirigido. |
Referência: Rumos Doutrinários. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo como doutrina ordenada, clara, racional e coerentemente exposta, começa com a publicação de O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, em 18 de abril de 1857. |
Referência: Reencarnação e imortalidade. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.. |
É vivência dos preceitos cristãos, estruturando a felicidade e a paz de quantos lhe conhecem o roteiro de luz. |
Referência: Estudando a mediunidade. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
Estudemos, pois, todos os que abraçamos o Espiritismo, ante a convicção de que é ele, evidentemente, o libertador de consciências e o consolador de aflitos, a fim de que Jesus, o chefe desse maravilhoso movimento, das Esferas esplendentes de onde dirige os destinos da Humanidade planetária, possa alegrar-se com a boa vontade e o esforço de quantos, nas fileiras de nossa Doutrina ou de outros santuários religiosos, lutam pela implantação do seu Reinado de Luz e Sabedoria. |
Referência: Estudando a mediunidade. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] Doutrina que luariza de esperanças a noite de nossas vidas. |
Referência: Mediunidade e evolução. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1987.. |
E E EO Espiritismo é silencioso operário, que atua nos subterrâneos da alma humana, fazendo com que as transformações, surgindo de dentro para fora, sejam quase imperceptíveis. |
Referência: O pensamento de Emmanuel. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1994.. |
[...] O Espiritismo é revelação transcendente, ciência celeste que nos convida a renovar nossos cabedais morais e intelectuais, a cultivar o bom senso, meditar profundamente, para reconhecer que essa filosofia, pelo Alto revelada, traz em seu bojo sutilezas que convém serem conhecidas antes que venhamos a apresentar-nos como expositores do seus princípios. |
Referência: À luz do Consolador. 2a ed. Rio de Janeiro: FEB. 1997.. |
[...] O Espiritismo – a Terceira Revelação de Deus aos homens – é obra da mediunidade. [...] |
Referência: Devassando o invisível. Sob a orientação dos Espíritos-guias da médium. 1a ed. esp. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo é o complemento da lei de amor que há tanto tempo calcais aos pés. |
Referência: (Coord.). Os quatro evangelhos: Espiritismo cristão ou revelação da revelação. Pelos Evangelistas assistidos pelos Apóstolos e Moisés. Trad. de Guillon Ribeiro. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1988. 4 v.. |
O Espiritismo é Luzeiro / Que há-de um dia o mundo inteiro / Esclarecer, redimir... / Espalhemos seus fulgores / Preparando os esplendores / Das alvoradas a vir! |
Referência: Canções do alvorecer. 4a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] O Espiritismo é Jesus de volta, para consolo e redenção de todos os seres humanos. |
Referência: Correio entre dois mundos. Diversos Espíritos. Rio de Janeiro: FEB, 1990.. |
O Espiritismo não tem o caráter isolado de uma filosofia, de uma ciência ou de uma religião, porque é, ao mesmo tempo, religião, filosofia e ciência. É simultaneamente revelação divina e obra de cooperação dos Espíritos humanos desencarnados e encarnados. Tem a característica singular de ser impessoal, complementar e progressivo; primeiro, por não ser fruto da revelação de um só Espírito, nem o trabalho de um só homem; segundo, por ser complementação natural, expressa e lógica das duas primeiras grandes Revelações Divinas (a de Moisés e a do Cristo); terceiro, porque, como bem disse Kardec, ele jamais dirá a última palavra. É ciência, porque investiga, experimenta, comprova, sistematiza e conceitua leis, fatos, forças e fenômenos da vida, da Natureza, dos pensamentos e dos sentimentos humanos. É filosofia, porque cogita, induz e deduz idéias e fatos lógicos sobre as causas primeiras e seus efeitos naturais; generaliza e sintetiza, reflete, aprofunda e explica; estuda, discerne e define motivos e conseqüências, comos e porquês de fenômenos relativos à vida e à morte. É religião, porque de suas constatações científicas e de suas conclusões filosóficas resulta o reconhecimento humano da Paternidade Divina e da irmandade universal de todos os seres da Criação, estabelecendo, desse modo, o culto natural do amor a Deus e ao próximo. |
Referência: Universo e vida. Pelo Espírito Áureo. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Para o conseguirmos [sermos perfeitos], temos hoje o Espiritismo, a revelação nova, a revelação da revelação, novo transbordamento da bondade de Deus para com os homens, como luz brilhante que nos guiará os passos, rumo ao seio infinito do Pai, dando-nos a compreen são nítida das palavras evangélicas e facultando-nos, em conseqüência, atingir a meta que nos é proposta. |
Referência: (Comp.) Elucidações Evangélicas. 13a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo não é a personificação do Cristo; é, porém, a expressão do seu pensamento, a continuação e a conclusão da sua obra. [...] |
Referência: (Comp.) Elucidações Evangélicas. 13a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo não é uma concepção individual, um produto da imaginação; não é uma teoria, um sistema inventado para a necessidade de uma causa; tem sua fonte nos fatos da Natureza, em fatos positivos, que se produzem a cada instante sob os nossos olhos, mas cuja origem não se suspeitava. É, pois, resultado da observação; numa palavra, uma ciência: a ciência das relações entre o mundo visível e o mundo invisível. [...] (RE nov. 1864) |
Referência: Entrevistando Allan Kardec. 4a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo, como verdadeira escola de fé [...] [é o] curso mais completo de conhecimentos de que se tem notícia, onde nos matriculamos nas primeiras letras e, gradativamente, nos encamiminhamos à universidade do Espírito. Um curso que não tem fim, um curso para todo o sempre, que prossegue com o ser na eternidade que lhe é inerente, por representar a Evolução. |
Referência: Obsessão/desobsessão: profilaxia e terapêutica espíritas. 16a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
Aprendamos com Emmanuel que Espiritismo não é somente convicção de imortalidade, com o conhecimento claro das leis da vida e as deduções lógicas sobre as verdades eternas. É também clima de serviço e de edificação. |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
Já se tem dito e repetido muitas vezes, com fulcro no pensamento lúcido do Codificador, que o grandioso papel do Espiritismo no mundo é o de nortear as idéias, tornando-as altruístas e generosas, preocupadas com a solidariedade, a fraternidade e a justiça para com todos, em oposição constante ao egoísmo humano. |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
O Espiritismo é revelação porque traz aos homens o conhecimento de determinadas verdades antes desconhecidas, ou apenas vislumbradas.[...] A Nova Revelação é o antídoto de origem divina na erradicação das chagas do egoísmo, do orgulho e do materialismo, para que possa ser instalado, na Terra, o Reino de Deus, anunciado pelo Cristo. |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
A mensagem cristã revivida na Doutrina dos Espíritos constitui um ideal de vivência, no qual o amor entre as criaturas resume todo um sistema capaz de elevar os sentimentos humanos, tornando o homem mais apto a compreender o alto sentido da vida. É o que oferece o Cristo, como ideário, roteiro e caminho. |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
Tem-se dito e repetido inúmeras vezes que o Espiritismo é a doutrina da liberdade. Liberdade de pensar, de interpretar, de conduzir-se e de expressar-se; liberdade até mesmo de errar. [...] O Espiritismo é doutrina revolucionária, visando à destruição de velhos e superados conceitos; sua implantação nas mentes e corações implica a E E Esubstituição do dogmatismo pernicioso de múltiplas faces por novos ideais baseados na verdadeira fraternidade. Como senda para a libertação de velhos prejuízos, o Espiritismo abriga adeptos e aprendizes provindos das áreas mais diversas, muitos conservando tendências não de todo superadas de passadas existências. Por isso se torna de suma importância não se desvincular o Espiritismo do Evangelho. [...] |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
Enfim, é o Espiritismo, quando bem estudado, interpretado e vivido, verdadeiro guia e orientador em todas as atividades do homem interessado em aperfeiçoar-se e ser útil à comunidade em que vive. |
Referência: Tempo de transição. Prefácio de Francisco Thiesen. 2a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1990.. |
Se o Espiritismo é a predestinação da Verdade nos caminhos humanos, vós sois os predestinados à dor de lutar e servir para que a Verdade resplandeça em perenidade de alegria cristã! |
Referência: Seareiros de volta. Diversos autores espirituais. Prefácio de Elias Barbosa. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Foge ao labirinto das contradições: Espiritismo é fé raciocinada. |
Referência: Seareiros de volta. Diversos autores espirituais. Prefácio de Elias Barbosa. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] não é religião apenas para as horas de provação ou para o período final da existência: é religião de todo o dia, aprendizado de todo instante, em qualquer parte. |
Referência: Seareiros de volta. Diversos autores espirituais. Prefácio de Elias Barbosa. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O objetivo máximo do Espiritismo é precisamente esse: educar para salvar. Iluminar o interior dos homens para libertar a Humanidade de todas as formas de selvageria; de todas as modalidades de crueza e de impiedade; e de todas as atitudes e gestos de rivalidade feroz e deselegância moral. Esta conquista diz respeito ao sentimento, ao senso religioso, que os homens do século perderam, ou melhor, que jamais chegaram a possuir. |
Referência: O Mestre na educação. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB. 2005.. |
[...] O Espiritismo ou Doutrina Espírita, nós o desdobramos em Doutrina (propriamente dita, filosófica-experimental) e Movimento (ou prática do Espiritismo, a vivência dos ensinos, pois que este é o seu escopo primordial, como a religião). É claro que um desdobramento assim representa simples preocupação didática, porque é ele uno, o Espiritismo, no seu tríplice aspecto ou sentido: filosofia espiritualista, com base na comprovação experimental, científica, que pode ser repetidamente confirmada através de investigação e pesquisas, em qualquer tempo e por quaisquer pessoas, de conseqüências morais, éticas ou religiosas. O Espiritismo, como religião, revivencia o Cristianismo primitivo, adotando, em decorrência, o Evangelho de Jesus como o maior e mais completo e perfeito código religioso da Humanidade. |
Referência: Allan Kardec: meticulosa pesquisa biobibliográfica e ensaios de interpretação. Rio de Janeiro: FEB, 1979-1980. 3 v.. |
Espiritismo é paz e instrução, amor e luz moral, conduzindo a criatura humana ao conhecimento dos enigmas de sua própria personalidade. [...] |
Referência: Allan Kardec: meticulosa pesquisa biobibliográfica e ensaios de interpretação. Rio de Janeiro: FEB, 1979-1980. 3 v.. |
[...] é o disciplinador de nossa liberdade, não apenas para que tenhamos na Terra uma vida social dignificante, mas também para que mantenhamos, no campo do espírito, uma vida individual harmoniosa, devidamente ajustada aos impositivos da Vida Universal Perfeita, consoante as normas de Eterna Justiça, elaboradas pelo supremo equilíbrio das Leis de Deus. |
Referência: Ação e reação. Pelo Espírito André Luiz. 26a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo, descerrando a pesada cortina que velava, até agora, os segredos do túmulo, não é somente a academia santificante de sábios e heróis, mas também a escola abençoada de pais e mães, pensadores e artistas, condutores e artífices, formando missionários do bem e do progresso. |
Referência: Correio fraterno. Por diversos Espíritos. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo é uma escola / De vida, Verdade e Luz, / Que reclama do aprendiz / A aplicação com Jesus. |
Referência: Correio fraterno. Por diversos Espíritos. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] é um campo imenso onde cada qual tem a sua tarefa a desempenhar, e onde o exclusivismo pecará sempre pela inoportunidade [...]. |
Referência: Crônicas de além-túmulo. Pelo Espírito Humberto de Campos. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1986.. |
O Espiritismo em seu tríplice aspecto, científico, filosófico e religioso é movimento libertador das consciências, mas só o Espiritismo praticado liberta a consciência de cada um. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo não é apenas a fonte miraculosa da graça. É campo de esforço próprio. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo é a ilha da bonança, / No oceano de lágrimas e dor, / Onde o homem cansado e sofredor / Encontra a porta amiga da Esperança. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo é a Nova Renascença / Da fé cristã, sublime e deslumbrada, / É a vitória da vida sobre o nada, / É a glória universal, fulgindo imensa. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
Espiritismo é o Divino Benfeitor, que, em se revelando ontem, hoje continua conosco, preparando-nos glorioso amanhã. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo é a divina empresa do Senhor, na qual todos somos servos convocados a trabalhar [...]. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo com Jesus é ciência divina de aperfeiçoamento da unidade a refletir-se na melhoria do todo. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
Espiritismo prático pode ser o Espiritismo do eu; o Espiritismo praticado é o Espiritismo de Deus. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo é o Consolador prometido por Jesus aos homens, e que deveria aparecer quando a Humanidade estivesse apta a compreender o seu ensinamento velado nas parábolas. Ele não vem destruir as religiões, mas uni-las e fortificá-las, desviando-as das concepções dogmáticas que lhes foram impostas pelo interesse e pela ambição propriamente humana. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo não é somente o antídoto para as crises que perturbam os haE E Ebitantes da Terra; os seus ensinamentos salutares e doces reerguem, nos desencarnados, as esperanças desfalecidas à falta de amparo e alimento; é aí que a doutrina edifica os transviados do dever e os sofredores saturados desses acerbos remorsos que somente as lágrimas fazem desaparecer. |
Referência: Emmanuel: dissertações mediúnicas sobre importantes questões que preocupam a Humanidade. Pelo Espírito Emmanuel. 25a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo, banhado pelas claridades do Evangelho, é o melhor caminho de elevação e a fórmula mais simples de auxiliarmos o pensamento popular e o sentimento comum, no serviço regenerativo, em função de aperfeiçoamento. |
Referência: Falando à Terra. Por diversos Espíritos. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2002.. |
O Espiritismo funciona em vossas experiências como intérprete das lições divinas, oferecendo soluções simples aos problemas complicados, satisfazendo indagações e decifrando enigmas, ao clarão da fé sem artifícios, capaz de guindar-vos às eminências do trabalho com o Senhor, sem a contenção muita vez abusiva de autoridades humanas, estranhas à vocação do Evangelho [...]. |
Referência: Instruções psicofônicas. Recebidas de vários Espíritos, no “Grupo Meimei”, e organizadas por Arnaldo Rocha. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O Espiritismo é Jesus que volta ao convívio da dor humana. |
Referência: Instruções psicofônicas. Recebidas de vários Espíritos, no “Grupo Meimei”, e organizadas por Arnaldo Rocha. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é um templo para o coração, uma escola para o cérebro e uma oficina para os braços. |
Referência: Instruções psicofônicas. Recebidas de vários Espíritos, no “Grupo Meimei”, e organizadas por Arnaldo Rocha. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o Espiritismo, como oficina de sabedoria e amor, aperfeiçoamento e iluminação, é instituto mundial de trabalho incessante, onde não há palanque para espectadores ociosos. |
Referência: Lázaro redivivo. Pelo Espírito Irmão X [Humberto de Campos]. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é indiscutível mensagem do Céu para os caminhos humanos, estabelecendo o império do bem, provando a sobrevivência da alma além da morte e oferecendo conforto positivo [...]. |
Referência: Luz acima. Pelo Espírito Irmão X [Humberto de Campos]. 9a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo é a nossa grande esperança e, por todos os títulos, é o Consolador da humanidade encarnada; mas a nossa marcha é ainda muita lenta. Trata-se de uma dádiva sublime, para a qual a maioria dos homens ainda não possui olhos de ver. Esmagadora porcentagem dos aprendizes novos aproxima-se dessa fonte divina a copiar antigos vícios religiosos. Querem receber proveitos, mas não se dispõem a dar coisa alguma de si mesmos. Invocam a verdade, mas não caminham ao encontro dela. Enquanto muitos estudiosos reduzem os médiuns a cobaias humanas, numerosos crentes procedem à maneira de certos enfermos que, embora curados, crêem mais na doença que na saúde, e nunca utilizam os próprios pés. Enfim, procuram-se, por lá, os espíritos materializados para o fenomenismo passageiro, ao passo que nós outros vivemos à procura de homens espiritualizados para o trabalho sério. |
Referência: Nosso Lar. Pelo Espírito André Luiz. 56a ed. Rio de Janeiro: FEB. 2006.. |
Podemos tomar o Espiritismo [...] como um triângulo de forças espirituais. A Ciência e a Filosofia vinculam à Terra essa figura simbólica, porém, a Religião é o ângulo divino que a liga ao céu. No seu aspecto científico e filosófico, a doutrina será sempre um campo nobre de investigações humanas, como outros movimentos coletivos, de natureza intelectual, que visam ao aperfeiçoamento da Humanidade. No aspecto religioso, todavia, repousa a sua grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem, para a grandeza do seu imenso futuro espiritual. |
Referência: O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 26a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
O Espiritismo evangélico é o Consola-dor prometido por Jesus, que, pela voz dos seres redimidos, espalham as luzes divinas por toda a Terra, restabelecendo a verdade e levantando o véu que cobre os ensinamentos na sua feição de Cristianismo redivivo, a fim de que os homens despertem para a era grandiosa da compreensão espiritual com o Cristo. |
Referência: O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 26a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
[...] revelação divina para a renovação fundamental dos homens. [...] |
Referência: Os Mensageiros. Pelo Espírito André Luiz. 41a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] A doutrina [...] é uma fonte sublime e pura, inacessível aos pruridos individualistas de qualquer de nós, fonte na qual cada companheiro deve beber a água da renovação própria. [...] |
Referência: Os Mensageiros. Pelo Espírito André Luiz. 41a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O Espiritismo constitui a porta da esperança para um mundo melhor. Seus fenômenos representam chamamentos comuns para uma compreensão mais elevada dos valores da vida. [...] |
Referência: Pontos e contos. Pelo Espírito Irmão X [Humberto de Campos]. 10a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999.. |
O Espiritismo é doutrina / De bênçãos do amor cristão, / Que nos pede cada dia / Mais ampla renovação. |
Referência: Vozes do grande além. Por diversos Espíritos. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003.. |
Amigo, Espiritismo é caridade em mo vimento. |
Referência: O Espírito da Verdade: estudos e dissertações em torno de O Evangelho segundo o Espiritismo, de Allan Kardec. Por diversos Espíritos. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1992.. |
Ver também
Revelação espírita |
Revelação espírita |
Religião dos Espíritos |
Religião dos Espíritos |
CONSOLADOR |
CONSOLADOR |
Ciência Espírita |
Ciência Espírita |
DOUTRINA ESPÍRITA |
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