EGOÍSMO |
[...] O egoísmo é a chaga da sociedade; os bons Espíritos o combatem e, portanto, não se deve imaginar que se sirvam dele. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
E E EO egoísmo, chaga da Humanidade, [...] esse filho do orgulho é o causador de todas as misérias do mundo terreno. É a negação da caridade e, por conseguinte, o maior obstáculo à felicidade dos homens. |
Referência: O Evangelho segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 3a ed. francesa rev., corrig. e modif. pelo autor em 1866. 124a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] a verdadeira chaga da sociedade. Quem quiser, desde esta vida, ir aproximando-se da moral, deve expurgar o seu coração de todo sentimento de egoísmo, visto ser o egoísmo incompatível com a justiça, o amor e a caridade. Ele neutraliza todas as outras qualidades. [...] O egoísmo assenta na importância da personalidade. [...] verme roedor, continua a ser a chaga social. É um mal real, que se alastra por todo o mundo e do qual cada homem é mais ou menos vítima. [...] |
Referência: O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita. Trad. de Guillon Ribeiro. 86a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] gera o orgulho, a ambição, a cupidez, a inveja, o ódio, o ciúme, que a cada momento o magoam [o homem], a [causa] que perturba todas as relações sociais, provoca as dissensões, aniquila a confiança, que o obriga a se manter constantemente na defensiva contra o seu vizinho, enfim, à que do amigo faz inimigo, ele compreenderá também que esse vício é incompatível com a sua felicidade e, podemos mesmo acrescentar, com a sua própria segurança. [...] |
Referência: O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita. Trad. de Guillon Ribeiro. 86a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O egoísmo é a fonte de todos os vícios [...]. |
Referência: O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita. Trad. de Guillon Ribeiro. 86a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] Com o egoísmo, prevalece o inte-resse pessoal, cada um vive para si, vendono semelhante apenas um antagonista,um rival que pode concorrer conosco,que podemos explorar ou que pode nosexplorar; aquele que fará o possível parachegar antes de nós: a vitória é do maisesperto e a sociedade – coisa triste dedizer, muitas vezes consagra essa vitó-ria, o que faz com que ela se divida emduas classes principais: os exploradores eos explorados. [...] |
Referência: Viagem espírita em 1862 e outras viagens de Kardec. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Indiferente só é aquele que não sofre; oegoísmo é o complemento da indiferença;abafa e trava todos os sentimentos, assimcomo sufoca quaisquer pensamentos embenefício doutrem.Macera o coração e o enverniza depois,para torná-la impermeável. |
Referência: Entre dois mundos. Trad. de M. Quintão. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1999.. |
[...] a fonte de todos os vícios quecaracterizam a imperfeição humana é oegoísmo. [...] |
Referência: As leis morais: segundo a filosofia espírita. 12a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O egoísmo, ninguém o desconhece,consiste no excessivo amor ao própriobem, sem atender ao dos outros.É, por isso, considerado a pior chagada Humanidade e o maior obstáculoao reinado do bem na face da Terra |
Referência: Páginas de Espiritismo cristão. 4a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1993.. |
[...] o amor exagerado a nós próprios,cada qual procurando garantir suafelicidade, sem se preocupar com osoutros, havendo alguns, mais atrasados,que pensam obtê-la conduzindo-seabertamente contra os outros. |
Referência: Parábolas evangélicas: à luz do Espiritismo. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O egoísmo é, ao mesmo tempo, um vício e um mau cálculo, porque a melhoria geral só pode resultar do progresso individual de cada um dos membros que constituem a Sociedade. [...] |
Referência: A Reencarnação. Trad. de Carlos Imbassahy. 9a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1994.. |
O egoísmo é irmão do orgulho e procede das mesmas causas. É uma das mais terríveis enfermidades da alma, é o maior obstáculo ao melhoramento social. [...] O egoísmo é a persistência em nós desse individualismo feroz que caracteriza o animal, como vestígio do estado de inferioridade pelo qual todos já passamos. [...] |
Referência: Depois da morte: exposição da Doutrina dos Espíritos. Trad. de João Lourenço de Souza. 25a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é o maior inimigo da felicidade [...]. |
Referência: Rio de Janeiro: FEB, 1987.. |
Herança cruel do primarismo por onde deambulou o princípio espiritual nas anteriores faixas antropológicas da evolução, o egoísmo predomina em a natureza humana, responsabilizando-se pelos comportamentos arbitrários e infelizes que postergam o desenvolvimento do Cristo interno adormecido nos refolhos mais profundos do ser humano. Esse atavismo dos prazeres mais grotescos, característico da selvageria que a tudo elege para si, excepcionalmente para a prole, quando ainda dependente no animal, remanesce dominador como medida de preservação da existência física, segurança pessoal para o futuro e insegurança da própria estabilidade. Reúne tudo e quanto dispõe além das necessidades reais, acumulando excessos perturbadores no campo da posse, pensando exclusivamente em si mesmo, e quando, por exceção, naqueles que lhe são afeiçoados ou descendentes, em detrimento de todos os demais, os quais certamente não pode dispensar, mas que, na sua loucura egotista, por enquanto, não se dá conta nem lhes atribui valor. Por isso mesmo enceguece-se e perde o rumo da felicidade, por pensar exclusivamente no gozo que amortece os sentidos e bloqueia os sentimentos que poderiam desabrochar para a compreensão do bom e do belo, do nobre e do elevado. Poderoso, por estar entranhado nos recessos do psiquismo que ainda não despertou para a realidade, faz-se cruel, mantendo a sua vítima prisioneira do misoneísmo infeliz que impede a aceitação das conquistas contemporâneas que iluminam e libertam a consciência dos paroxismos que o assaltam sempre que invitado a comportamento melhor e mais compatível com o nível de evolução que lhe compraz alcançar. Dele se exteriorizam o orgulho e a presunção que envilecem a conduta humana, por facultarem uma visão distorcida dos valores espirituais e por conduzirem à alucinação da soberba, dos preconceitos dissolventes, da disputa pelos privilégios que entorpecem o caráter. Frágeis, no entanto, sempre conduzem ao desfalecimento e à consumpção, por não disporem das resistências morais para a transformação que se deve operar em sentido elevado e contínuo, porque no rumo do Infinito. E E EAo egoísmo devem-se as grandes calamidades morais e sociais que se apresentam no organismo da Humanidade, gerando guerras de religião, de classes, de raças, de política, de anseios desmedidos. [...] |
Referência: Impermanência e imortalidade. Pelo Espírito Carlos Torres Pastorino. 4a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
É o egoísmo o comparsa perfeito do ódio, pois que ambos incendeiam o mundo, a fim de desfrutarem do prazer da posse, da satisfação da vitória sobre os demais, olvidando-se que esta é uma glória vã, porque logo advém a insatisfação, o tédio, o sentido de inutilidade, a morte... Qual a glória de um combate, se o vencedor não dispõe de vencidos que se lhe submetam, daqueles que lhe sirvam e adquiram os seus produtos, ampliando-lhes o poder?! |
Referência: Impermanência e imortalidade. Pelo Espírito Carlos Torres Pastorino. 4a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] o egoísmo, que se traduz como amor ao próprio eu, é enfermidade de largo porte, em cujo campo medram problemas e desaires de complexidades diversas. |
Referência: Sublime expiação. Pelo Espírito Victor Hugo. 10a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1998.. |
[...] é o câncer que desgasta o organismo humano, exaurindo as possibilidades de sobrevivência do ser. [...] |
Referência: Do calvário ao infinito. Pelo Espírito Victor Hugo. 14a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1987.. |
O egoísmo, sem dúvida, é a sórdida masmorra dos orgulhosos, que a preferem até quando a alucinação os vence, e, somente em frangalhos, se deixam retirar dos sítios em que a cavilosidade pessoal os aprisiona. |
Referência: Na sombra e na luz. Pelo Espírito Victor Hugo. 14a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1992.. |
[...] o egoísmo – o amor degenerado do vosso eu, a lancinante e aguda seta que, ferindo a terceiros pela ingratidão, vos fere a vós mesmos [...]. |
Referência: Do calvário ao apocalipse. Pelo Espírito Bittencourt Sampaio. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Afirmam os Espíritos que o maior entrave ao progresso do indivíduo é o egoísmo, decorrente da preponderância que a matéria exerce sobre o ser humano, quando o Espírito se encontra na fase inferior ou mediana de evolução (fases predominantes dos seres encarnados nos mundos de expiações e provas como o nosso). Afirmam ainda que o enfraquecimento do egoísmo será a conseqüência natural da predominância da vida moral sobre a vida material e, para isso, será necessário atingir a compreensão da nossa verdadeira natureza, o que a Doutrina Espírita nos pode facultar. [...] |
Referência: Os caminhos do amor. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é um mal real que se alastra por todo mundo e do qual todos somos vítimas. [...] |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
[...] grande obstáculo moral à evolução do homem – o egoísmo. |
Referência: Tempo de renovação. Prefácio de Lauro S. Thiago. Rio de Janeiro: FEB, 1989.. |
O egoísmo é veneno em nosso coração sob a máscara do ciúme e fogo em nossa alma, sob a capa de agressiva revolta. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O egoísmo é sombra em nosso sentimento em forma de vaidade e tóxico em nosso raciocínio na feição de orgulho. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] quando [o homem] se atormenta, de modo exclusivo, pela defesa do que possui, julgando-se o centro da vida, no lugar em que se encontra, essa mesma força [energia] converte-se nele em egoísmo. [...]. |
Referência: Fonte viva. Pelo Espírito Emmanuel. 33a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Ver também
AVAREZA |
ORGULHO |
|