EDUCAR
Educar, pois, dentro da concepção espírita é não só oferecer os conhecimentos do Espiritismo como também envolver o educando numa atmosfera de responsabilidade, de respeito à vida, de fé em Deus, de consideração e amor aos semelhantes, de valorização das oportunidades recebidas, de trabalho construtivo e de integração consigo, com o próximo e com Deus, único programa compatível com as convicções que a Doutrina Espírita já despertou em cada um de nós.
Referência: 
Rio de Janeiro: FEB, 1987..
[...] é saldar uma dívida socioespiritual que se paga em valores pedagógicos.
Referência: 
Filosofia espírita da educação e suas conseqüências pedagógicas e administrativas. 2a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1993. 5 v..
[...] Educar é transferir a outro, com abnegado amor, a resolução de desenvolver de dentro para fora toda sua capacidade de receber e forjar valores.
Referência: 
Filosofia espírita da educação e suas conseqüências pedagógicas e administrativas. 2a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1993. 5 v..
[...] Educar a criança é fazer de um anjo decaído um anjo que novamente se eleva, ou de um esboço de anjo um anjo completo.
Referência: 
O Espírito Consolador, ou os nossos destinos. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005..
Educar é aperfeiçoar física, intelectual e moralmente.
Referência: 
Tempo de transição. Prefácio de Francisco Thiesen. 2a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1990..
Educar os pequeninos é sublimar a Humanidade.
Referência: 
Conduta Espírita. Pelo Espírito André Luiz. 29a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006..
E E E[...] é apelar para os poderes do espírito. Mediante esses poderes é que o discípulo analisa, perquire, discerne, assimila e aprende.
Referência: 
Nas pegadas do Mestre: folhas esparsas dedicadas aos que têm fome e sede de justiça. 10a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005..
[...] é extrair do interior e não assimilar do exterior. É a verdade parcial, que está em nós, que se vai fundindo gradativamente com a verdade total que a tudo abrange. É a luz própria, que bruxuleia em cada ser, que vai aumentando de intensidade à medida que se aproxima do Foco Supremo, donde proveio. É a vida de cada indivíduo que se aprofunda e se desdobra em possibilidades quanto mais se identifica ele com a Fonte Perene da Vida Universal. [...] Educar é evolver de dentro para fora, revelando, na forma perecível, a verdade, a luz e a vida imperecíveis e eternas, por isso que são as características de Deus, a cuja imagem e semelhança fomos criados.
Referência: 
O Mestre na educação. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB. 2005..
[...] é salvar. Através do trabalho ingente da educação, consegue-se transformar as trevas em luz, o vício em virtude, a loucura em bom senso, a fraqueza em vigor. Tal é em que consiste a conversão do pecador.
Referência: 
O Mestre na educação. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB. 2005..
John Locke, grande preceptor, se expressa desta maneira sobre o assunto: “Educar é fazer Espíritos retos, dispostos a todo momento a não praticarem coisa alguma que não seja conforme à dignidade e à excelência de uma criatura sensata”.
Referência: 
O Mestre na educação. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB. 2005..
Pestalozzi, o pedagogista consumado diz: “Educar é desenvolver progressi vamente as faculdades espirituais do homem”.
Referência: 
O Mestre na educação. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB. 2005..
[...] é desenvolver os poderes do espírito, não só na aquisição do saber, como especialmente na formação e consolidação do caráter.
Referência: 
O Mestre na educação. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB. 2005..
Educar é salvar, é remir, é libertar; é desenvolver os poderes ocultos, mergulhados nas profundezas das nossas almas.
Referência: 
O Mestre na educação. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB. 2005..
Educar é, por excelência, função da própria vida. [...]
Referência: 
Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004..
Educar é a melhor maneira de curar o desequilíbrio do mundo, e orientar com Jesus é curar todas as chagas do espírito eterno.
Referência: 
Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004..