DOUTRINA ESPÍRITA |
[...] Ela é, e não pode deixar de ser, a resultante do ensino coletivo e concorde por eles [Espíritos] dado. Somente sob tal condição se lhe pode chamar Doutrina dos Espíritos. Doutra forma, não seria mais do que a doutrina de um Espírito e apenas teria o valor de uma opinião pessoal. |
Referência: A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 5a ed. francesa. 48a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Com a Doutrina Espírita tudo está definido, tudo está claro, tudo fala à razão; numa palavra, tudo se explica, e os que se aprofundaram em sua essência encontram nela uma satisfação interior, à qual não mais desejam renunciar. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] A Doutrina não é ambígua em nenhuma de suas partes; é clara, precisa, categórica nos mínimos detalhes; só a ignorância e a má-fé podem enganar-se sobre o que ela aprova ou condena. [...] |
Referência: Instruções de Allan Kardec ao Movimento Espírita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] A verdadeira Doutrina Espírita está no ensino que os Espíritos deram, e os conhecimentos que esse ensino compor ta são por demais profundos e extensos para serem adquiridos de qualquer modo, que não por um estudo perseverante, feito no silêncio e no recolhimento. Porque só dentro desta condição se pode observar um número infinito de fatos e particularidades que passam despercebidos ao observador superficial, e firmar opinião. [...] |
Referência: O Livro dos Espíritos: princípios da Doutrina Espírita. Trad. de Guillon Ribeiro. 86a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O princípio inteligente independe da matéria. A alma individual preexiste e sobrevive ao corpo. O ponto de partida ou de origem é o mesmo para todas as almas, sem exceção; todas são criadas simples e ignorantes e sujeitas a progresso indefinido. Nada de criaturas privilegiadas e mais favorecidas do que outras. [...] |
Referência: Obras póstumas. Traduzida da 1a ed. francesa por Guillon Ribeiro. 37a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
A Doutrina Espírita é assim o mais poderoso elemento de moralização, por se dirigir simultaneamente ao coração, à inteligência e ao interesse pessoal bem compreendido. |
Referência: Obras póstumas. Traduzida da 1a ed. francesa por Guillon Ribeiro. 37a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
A Doutrina Espírita representa a mais avançada combinação entre ciência, religião e filosofia da história da Humanidade. Explica os fenômenos espirirituais por meio de processos naturais, palpáveis, ao contrário das religiões tradicionais que, de um modo geral, recorrem ao dogma, aos milagres e aos mistérios da fé. Ela dispensa atitudes extremadas como a de Tertuliano que afirmava crer porque sabia que era impossível. Dispensa também raciocínios impossíveis de ser verificados como o Paralelismo de Geaulinex, estudado no primeiro capítulo. Através da prática mediúnica, oferece os instrumentos necessários à experimentação individual, mediante as potencialidades inerentes a cada um. |
Referência: Psiquiatria e mediunismo. 2a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1995.. |
A Doutrina Espírita é semente de vida eterna, mas o homem é o solo que a deve multiplicar; é água cristalina deslizando por sobre a mente e o coração; é flor, pólen e pão de luz atirados sobre a intimidade do ser que os deseja. [...] |
Referência: Lampadário espírita. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
A Doutrina Espírita encerra em si os elementos de uma transformação das idéias, e a esse título ela merece a atenção de todos os homens de progresso. Sua influência, estendendo-se já sobre todos os países civilizados, dá ao seu fundador uma importância considerável, e tudo faz prever que, em um futuro talvez próximo, Allan Kardec será tido como um dos reformadores do século |
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Ver também
DEÍSMO |
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ESPIRITISMO |
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