DESENCARNACÃO |
[...] a união do perispírito e da matéria carnal, que se efetuara sob a influência do princípio vital do gérmen, cessa, desde que esse princípio deixa de atuar, em conseqüência da desorganização do corpo. Mantida que era por uma força atuante, tal união se desfaz, logo que essa força deixa de atuar. Então, o perispírito se desprende, molécula a molécula, conforme se unira, e ao Espírito é restituída a liberdade. Assim, não é a partida do Espírito que causa a morte do corpo; esta é que determina a partida do Espírito. |
Referência: A Gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 5a ed. francesa. 48a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Cada desencarnação se dá conforme haja transcorrido a existência carnal. Muitos fatores concorrem, a fim de que os processos da morte biológica se dêem. [...] |
Referência: Loucura e obsessão. Pelo Espírito Manoel P. de Miranda. 9a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003.. |
Efetivamente, a desencarnação representa um abandono compulsório de todos os bens transitórios que acumulamos ou de que nos servimos. |
Referência: Intimidade. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1994.. |
[...] é, para o Espírito que desencarna, um momento de perturbação. Se o Espírito é bom, se é puro, se conheceu durante a vida corpórea os ensinos do Espírito Consolador, ela pouco dura e nada de penosa tem. Até certo ponto, pode o Espírito, nesse transe, ser comparado a um homem que desperta, sem ter nítida consciência do seu estado, sem saber ao certo se está acordado, ou se dorme. Em breve, porém, retoma pos se de si mesmo e se apercebe exatamente da sua situação. É esse um instante de enlevo, como o do pássaro que se escapou de acanhada gaiola, e se vai juntar aos seus companheiros, nos ares ou debaixo das ramagens. |
Referência: O Espírito Consolador, ou os nossos destinos. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
A desencarnação é o processo de que a vida se utiliza para eliminar o que parece, e deixar o que é. [...] |
Referência: Seareiros de volta. Diversos autores espirituais. Prefácio de Elias Barbosa. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
A desencarnação nem sempre será um acidente pacífico em nosso caminho para a eternidade. Por vezes, é doloroso processo de transição. |
Referência: Dicionário da alma. Autores Diversos; [organização de] Esmeralda Campos Bittencourt. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
Para todos eles [os espíritas], a desencarnação em atendimento às ordenações da Vida Maior é o termo de mais um dia de trabalho santificante, para que se ponham, de novo, a caminho do alvorecer. |
Referência: Justiça Divina. Pelo Espírito Emmanuel. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
Desencarnar é mudar de plano, como alguém que se transferisse de uma cidade para outra, aí no mundo, sem que o fato lhe altere as enfermidades ou as virtudes com a simples modificação dos aspectos exteriores. [...] |
Referência: O Consolador. Pelo Espírito Emmanuel. 26a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
Desencarnação é libertação da alma, morte é outra coisa. Morte constitui cessação da vida, apodrecimento, bolor! |
Referência: Estude e viva. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Ver também
MORTE |
TÚMULO |
MORALIDADE |
MORALIDADE |
DESCANSO |
DESCANSO |
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