CENTRO ESPÍRITA |
[...] os Centros e demais entidades espíritas [...] [são] escolas de formação espiritual e moral [...]. [...] o Centro Espírita deve ser núcleo de estudo, de fraternidade, de oração e de trabalho, com base no Evangelho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita. [...] o Centro Espírita deve ser compreendido como a casa de grande família, onde as crianças, os jovens, os adultos e os mais idosos tenham oportunidade de conviver, estudar e trabalhar. [...] o Centro Espírita [é] recanto de paz construtiva [...]. [...] o Centro Espírita deve caracterizar-se pela simplicidade própria das primeiras casas do Cristianismo nascente [...]. [...] o Centro Espírita [...] [é] uma sociedade civil. [...] unidade fundamental do Movimento Espírita. |
Referência: Conselho Federativo Nacional. Orientação ao Centro Espírita. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] é o local onde se aprende o Espiritismo e a Moral Cristã. |
Referência: Departamento de Infância e Juventude. Currículo para as Escolas de Evangelização Espírita Infanto-juvenil. 2a ed. Rio de Janeiro, 1998.. |
O Centro Espírita é o lugar em que se desenvolvem as tarefas do Movimento Espírita. [...] é dirigido por uma diretoria composta, na maioria dos casos, por um Presidente, um Vice-presidente, um Secretário, um Tesoureiro e Diretores de Departamentos. |
Referência: Departamento de Infância e Juventude. Currículo para as Escolas de Evangelização Espírita Infanto-juvenil. 2a ed. Rio de Janeiro, 1998.. |
[...] A Sociedade Espírita é lugar de iluminação da consciência, de enobrecimento moral e ação caridosa, sem cujas vivências descaracteriza-se, mundaniza-se e torna-se um clube onde predominam a insensatez, o engodo, a exploração. |
Referência: Trilhas da libertação. Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Certamente, a função da mediunidade não é de promover curas, como arbitrariamente supõem e pretendem alguns desconhecedores da missão do Espiritismo na Terra. Fossem eles vinculados à Doutrina e seria incompreensível tal comportamento. Entretanto, em uma Sociedade Espírita, a tarefa primacial é a de iluminação da consciência ante a realidade da vida, seus fins, sua melhor maneira de agir, preparando os indivíduos para a libertação do jugo da ignorância, a grande geradora de males incontáveis. [...] |
Referência: Trilhas da libertação. Pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda. 7a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O local por excelência para o exercício do passe é sempre a casa espírita. Qualquer outro ambiente, em princípio, deve ser evitado. Deve-se sempre insistir na ida do paciente ao núcleo espírita. Lá, as condições físicas e fluídicas são sempre mais adequadas. Lá, contaremos sempre, mais facilmente, com toda a assistência espiritual de que necessitarmos. |
Referência: O passe espírita. 5a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
Devemos lembrar sempre que uma casa espírita é um templo sem imagem nem rituais, sem sacerdócio militarmente organizado, mas dispondo de hierarquia funcional imprescindível ao estabelecimento da ordem, da disciplina e do amor à Doutrina codificada por Allan Kardec. Essa hierarquia, no entanto, terá de ser rigorosamente subordinada aos princípios doutrinários. Quanto maior for a obediência a esses princípios, mais seguros serão os resultados da colaboração entre os médiuns e os Espíritos, porque estes sentirão menos empecilhos para levar a bom termo seus elevados desígnios. [...] |
Referência: Rumos Doutrinários. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Um templo espírita é um santuário de prece e de trabalho. [...] |
Referência: Estudando a mediunidade. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
[...] é, para todos esses desencantados, o refúgio e a consolação.É o oásis de paz e esperança onde espe-ram encontrar Jesus de braços abertos,para a doce e suave comunhão da fra-ternidade e da alegria. |
Referência: Estudando a mediunidade. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2004.. |
O templo é local previamente escolhido para encontro com as Forças Superiores. |
Referência: Conduta Espírita. Pelo Espírito André Luiz. 29a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2006.. |
O templo espírita é uma casa do Cristo [...]. |
Referência: Seareiros de volta. Diversos autores espirituais. Prefácio de Elias Barbosa. 6a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
[...] é o lar da palavra doutrinária [...]. |
Referência: Cartas e crônicas. Pelo Espírito Irmão X [Humberto de Campos]. 8a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1991.. |
Um templo espírita não é simples construção de natureza material. É um ponto do planeta onde a fé raciocinada estuda as leis universais, mormente no que se reporta à consciência e à justiça, à edificação do destino e à imortalidade do ser. Lar de esclarecimento e consolo, renovação e solidariedade, em cujo equilíbrio cada coração que lhe compõe a estrutura moral se assemelha a peça viva de amor na sustentação da obra em si. |
Referência: Estude e viva. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Um templo espírita é, na essência, um educandário em que as leis do Ser, do Destino, da Evolução e do Universo são examinadas claramente, fazendo luz e articulando orientação, mas, por isso, não deve converter-se num instituto de mera preocupação academicista. |
Referência: Estude e viva. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Um templo espírita, revivendo o Cristianismo, é um lar de solidariedade humana, em que os irmãos mais fortes são apoio aos mais fracos e em que os mais felizes são trazidos ao amparo dos que gemem sob o infortúnio. |
Referência: Estude e viva. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. 11a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
Ver também
TEMPLO ESPÍRITA |
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SANTUÁRIO |
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