Instinto sexual |
O instinto sexual, exprimindo amor em expansão incessante, nasce nas profundezas da vida, orientando os processos da evolução. |
Referência: Vida e sexo. Pelo Espírito Emmanuel. 24a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2003.. |
[...] não é apenas agente de reprodução entre as formas superiores, mas, acima de tudo, é o reconstituinte das forças espirituais, pelo qual as criaturas encarnadas ou desencarnadas se alimentam mutuamente, na permuta de raios psíquico-magnéticos que lhes são necessários ao progresso. |
Referência: Evolução em dois mundos. Pelo Espírito André Luiz. 23a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O instinto sexual é força criativa da vida, que tem sua origem na energia divina. Essa energia é santa e sagrada em si mesma, pois ela vive perfeitamente dentro dos estatutos das Leis Divinas e com ela temos: as bênçãos da reencarnação, do corpo físico, da família, do lar, dos reencontros para reconciliação e formação dos laços de simpatia. Se a energia criativa do sexo cessasse de atuar, a vida paralisaria e as humanidades nas escolas planetárias pereceriam. [...] O sexo não é patrimônio exclusivo da Humanidade terrestre, é tesouro divino em todos os mundos, no Universo Infinito, e permanece nas mãos das criaturas humanas, que ainda estão muito distantes da compreensão e vivência das Leis Divinas, num quadro triste de ignorância, perversão e desequilíbrio. O instinto sexual é força poderosa de atração, unindo os corpos físicos, criando as experiências afetivas e fazendo os destinos entre as criaturas, dirigindo-as para as conquistas dos objetivos da Lei Suprema: o Amor, a Felicidade e a Harmonia. [...] O instinto sexual atrai as criaturas, faz a fusão do magnetismo entre o homem e a mulher, mas o relacionamento das pessoas corre por conta do sentimento de cada um e não simplesmente pela energia sexual, pois esta é energia neutra. É neste momento que surgem as dificuldades de entendimento e união, pois a normalidade do desempenho sexual, entre os cônjuges, por si só, não solucionará os problemas de relacionamento. [...] |
Referência: Sexo e evolução. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
A lei do instinto sexual não deve ser desprezada pelos cônjuges, em momento algum, nem mesmo sob a alegação de que se deseja o aprimoramento espiritual, salvo em casos especiais de entendimento recíproco. Afora isso, o homem e a mulher que, tomados do ideal de sublimação imediata do sexo, abandonarem a sustentação sexual fisiopsíquica do parceiro, estarão cometendo também infidelidade na comunhão sexual, responsabilizando-se pelas ocorrências funestas que daí poderão advir para com o cônjuge prejudicado. [...] |
Referência: Sexo e evolução. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
O instinto sexual não foi dado por Deus, pronto e completo em cada Espírito, mas, sim, colocado em germe, para ser desenvolvido e aprimorado, através de experiências infinitamente recapituladas nos reinos inferiores da Criação, provocando, com essas atividaI I des e trabalhos, o desenvolvimento natural de suas faculdades criadoras. Para chegar aos impulsos sexuais do homem primitivo, foi necessário ao princípio espiritual passar por exercícios imensos, diversos e cada vez mais complexos a fim de desenvolver suas potencialidades, não somente fisiológicas, mas principalmente psíquicas, pois todo ser vivo, antes de tudo, é Espírito e somente o Espírito é capaz de preservar intacta para o futuro toda a riqueza de aprendizagem. A matéria não dirige: é dirigida. [...] Quando o Espírito conquistou a razão, acordando para a Vida Universal, já possuía por conquista própria um manancial enorme de forças sexuais advindas de experiências infinitamente recapituladas nos reinos inferiores da Natureza. Com a era da razão, o Espírito alcançou o direito de livre-arbítrio e conseqüentemente da responsabilidade em seus atos. |
Referência: Sexo e evolução. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005.. |
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