[...] Ela �, e n�o pode deixar de ser, a resultante do ensino coletivo e concorde por eles [Esp�ritos] dado. Somente sob tal condi��o se lhe pode chamar Doutrina dos Esp�ritos. Doutra forma, n�o seria mais do que a doutrina de um Esp�rito e apenas teria o valor de uma opini�o pessoal.
Referência:
KARDEC, Allan. A G�nese: os milagres e as predi��es segundo o Espiritismo. Trad. de Guillon Ribeiro da 5a ed. francesa. 48a ed. Rio de Janeiro: FEB, 2005. - Introd.
Ver também
DE�SMO - DE�SMO - ESPIRITISMO
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