Para criticar � necess�rio poder opor racioc�nio a racioc�nio, prova a prova. Ser� isto poss�vel, sem conhecimento aprofundado do assunto de que se trata? Que pensar�eis de quem pretendesse criticar um quadro, sem possuir, pelo menos em teoria, as regras do desenho e da pintura? Discutir o m�rito de uma �pera, sem saber m�sica? Sabeis a conseq��ncia de uma cr�tica ignorante? � ser rid�cula e revelar falta de ju�zo. Quanto mais elevada a posi��o do cr�tico, quanto mais ele se p�e em evid�ncia, tanto mais seu interesse lhe exige circunspe��o, a fim de n�o vir a receber desmentidos, sempre f�ceis de dar a quem quer que fale daquilo que n�o conhece. � por isso que os ataques contra o Espiritismo t�m t�o pouco alcance e favorecem o seu desenvolvimento, em vez de o deter. [...]
Referência:
KARDEC, Allan. Instru��es de Allan Kardec ao Movimento Esp�rita. Org. por Evandro Noleto Bezerra. Rio de Janeiro: FEB, 2005. - cap. 7