[...] Aqui [no mundo etéreo], temos o poder de moldar a substância etérea, conforme pensamos. Assim, também as nossas casas são produtos das nossas mentes. Pensamos e construímos. É uma questão de vibração do pensamento e, enquanto mantivermos essas vibra ções, conservaremos o objeto que, du rante todo esse tempo, é objetivo para os nossos sentidos.
Referência:
FINDLAY, J. Arthur. No limiar do et�reo, ou, Sobreviv�ncia � morte cientificamente explicada. Traduzido do ingl�s por Luiz O. Guillon Ribeiro. Pref�cio de Sir William Barret. 3a ed. Rio de Janeiro: FEB, 1981. - cap. 10
Ver também
AMBIENTE - Cria��o flu�dica